Análise: Sonic the Hedgehog (SG)

Sonic the Hedgehog

Ano: 1991

Plataforma: Sega Genesis (SG)

Género: Plataforma

Finalmente, uma análise dos anos 90, mais precisamente do ano em que nasci, 91. Quem não conhece a mascote da Sega, que tanto rivaliza(ou) com Mario (sobretudo até à queda da Dreamcast)?

Este foi o jogo inaugural de uma série actual, apesar de ultimamente muito abalada pela crítica, e da Sonic Team, estreando-se na 16-bits da Sega. Sonic the Hedgehog é considerado dos melhores e mais desafiantes jogos da série. Assim começou a saga do ouriço azul.

Sonic. Como carregar no botão da direita se tornou fixe!

A mecânica de níveis lembra Super Mario, 6×3=18 níveis para percorrer, bastante mais compridos que os do rival da Nintendo. Havia alguns power-ups, como é exemplo uma barreira temporária. Onde há moedas em Mario, há aneis em Sonic, excepto que estes garantem a segurança do ouriço. Quando Sonic, na sua correria desenfreada, se espeta contra um bicho que convenientemente carrega alguns bicos de aço prontos para perfurar o esqueleto a qualquer descuidado que ali passe, vão-se os anéis todos à vida, que deverão ser recolhidos num ápice. Sonic aleija-se sem ter um único anel e é uma vida a menos.

Para a altura, a velocidade de Sonic proporcionava uma sensação agradável de adrenalina, arranjando uma nova fórmula de sucesso, que, juntamente com a personalidade da personagem e uma sonoplastia condizentemente agradável, se tornou uma figura bastante carismática do mundo dos videojogos.

Sonic vive num mundo de fantasia a cores vivas e atractivas, no qual aparece o Dr. Ovo Estrelado dos Bigodes Farfalhudos que tem como objectivo de vida a obtenção dumas Esmeraldas que lhe farão dominar o mundo. Mwhahahahaha!!11!!!

Os comandos consistem em acções como mover-se, para a esquerda e para a direita, saltar, e saltar, tudo numa animação bastante fluída, num jogo muito intuitivo e, venha o cliché, fácil de jogar, díficil de dominar. À medida que o bicho vai correndo, a sua velocidade vai subindo e Sonic torna-se cada vez mais rápido. De onde raio tiraram a ideia de um ouriço? Azul? Que corre depressa? Tipo, muito depressa?

Do que é que o raio do bicho é feito?

Resumidamente, tratam-se de níveis longos e desafiantes com percursos alternativos que podem ser percorridos com a maior velocidade ou com a maior cautela com os vários obstáculos, que variam desde bicharocos, aos espinhos no chão, às convenientes poças de lava. Bastante desafiante, como se pretendia, sem o acréscimo dos amiguinhos felpudos da Sega.

Apesar de ter somente um modo de jogo, estão garantidas várias horas de jogo, até o completar algumas bastante frustrante e, mesmo após ter completo o jogo, ocasionalmente dará a vontade de sentir a adrenalina que Sonic The Hedgehg nos transmite.

Um clássico dos videojogos que deve-se jogar, pelo menos uma vez, pela diversão, pelo conhecimento, pela experiência, e por simplesmente ser um dos maiores clássicos dos videojogos de sempre. Fácil de encontrar das formas mais legais (incluindo a Virtual Console e o Live Arcade, se não me engano) e ilegais.

Pontuação

Ambiente: 5/5

Controlos: 5/5

Design/Estilo: 5/5

Dificuldade: 4/5

Diversão: 5/5

Duração: 4/5

Extras: 3/5

Gráficos: 5/5

História: 3/5

Jogabilidade: 5/5

Música: 5/5

Replay Value: 5/5

Ao Fim de Contas: 54/60 (90%)

Explore posts in the same categories: Análises

Tags: , , , , ,

You can comment below, or link to this permanent URL from your own site.

Comment: