Análise: Super Mario Bros. (NES)

Super Mario Bros.

Ano: 1985

Plataforma: Nintendo Entertaintment System (NES)

Género: Plataforma

A história já é conhecida para a maior parte dos gamers, a indústria dos jogos andava mal da saúde, Pacman, Pong e outros já eram passado. Pelas mãos de Miyamoto, surgiu uma série actualíssima e que toda a gente conhece (I mean… até muitos pais, avôs, quem sabe, que detestam jogos conhecem o Mario) e não só recuperou a indústria, como revolucionou o mercado e, ainda dura até hoje (não tarda nada está aí o Super Mario Galaxy). É apenas o Franchise Número 1 da Nintendo, dos videojogos e o jogo mais vendido de todo o sempre.

Marcou a diferença em todo o mundo, Mario já não estava numa dispensa fechada com um macaco que atirava barris, mas a princesa ainda lá estava… ou melhor, foi raptada – e aí começa o jogo: Mario tem que salvar a Princesa Peach. Quem era capaz de imaginar um boneco aos pulos num mundo horizontal que perseguia o personagem, que poderia eliminar inimigos e obter power-ups, e passar níveis, tudo de um modo tão desafiante como divertido.

Quem não conhece?

Mario terá que percorrer 8×4=32 níveis, nos quais pode saltar por cima de inimigos, apanhar cogumelos. Cogumelos esses que são para o Mario o que o nitrofurano é  para os frangos. No final de cada série de 4 níveis, haverá um nível undeground, no qual teremos, no fim, Bowser (com um olhar bastante caricato) que será o nosso boss. Após derrotá-lo, descobriremos que a Princesa não está ali, mas sim um cogumelo falante chamado Sapo que te vai dizer que a princesa não está ali, mas que ele também é boa companhia… … … não, manda-te para uma nova série de quatro níveis.

O personagem é capaz de saltar por cima de vários inimigos, derrotando-os, ou, conforme o inimigo, há alguns que são invencíveis ou terão diferentes formas de serem derrotados. Para tal, basta correr para a direita (preferencialmente) ou para a esquerda, correr no B (serve para algumas colinas maiores) e saltar no A.

Tudo numa experiência bastante colorida e agradável para os olhos, apesar de, ou eu sou um esquisito, ou a falta de cor e intensa escuridão no underground pode enjoar um pouco.

As músicas são poucas, mas cada uma delas é memorável e dignas de um lugar na lista dos vossos ringtones ou para ser assobiada na rua ocasionalmente. São clássicas e qualquer jogador as conhece.

O jogo em si pode ser fácil no começo, mas a sua dificuldade aumentará gradualmente até se tornar desafiante, ao ponto de termos que ter um olho no número de vidas e outro nos inimigos e buracos no chão.

É apenas o jogo mais conhecido e vendido da história dos videojogos e, quem não tiver uma NES, há de o ter no Game Boy, na DS, em ROM no computador ou numa das consolas dos chineses que trás 666 jogos todos repetidos.

Não é um jogo que dura muito mas que dá sempre alguma vontade de jogar, mesmo já o tendo completado mais de 30 vezes. Os 32 níveis tanto se podem passar em 10 minutos como em 3 horas, uma questão de ganhar prática e pegar ou não os atalhos secretos.

Pontuação

Ambiente:5/5

Controlos:5/5

Design/Estilo:5/5

Dificuldade:4/5

Diversão:5/5

Duração:4/5

Extras:3/5

Gráficos:5/5

História:4/5

Jogabilidade:5/5

Música:5/5

Replay Value:5/5

Ao Fim de Contas: 55/60 (92%)

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