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Tradução e dobragem de jogos para ''Prétuguês'': conveniente e hilariante…
Por: Painatalméne | 28 de Outubro de 2009 às 16:32

Um dos faCtos mais peculiares desta geração de consolas é o ”fenómeno” — não inédito mas hoje muito mais comum, — de videojogos traduzidos ou mesmo dobrados para Português. Algo bastante interessante não só para aqueles pouco familiarizados com o Inglês, como também para os que desejam passar um momento de…

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– uh… bom humor, claro! –

Desde comentários em jogos de futebol a orientações de Nuno Markl no “Pequenote-Grande Planeta”, o Português – de Portugal ou do Brasil – tornou-se uma presença importante em diversas obras para a “consolazeca” da Sony, passo que a Microsoft procurou seguir recentemente em obras como o seu pseudo-Metroid — Shadow Complex, entenda-se.

Independentemente de ser uma tradução de extremo rigor ou uma tentativa merdosa (olá Infamous), o certo é arrancarem sempre um sorriso na nossa cara.

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– Nível Match? Influências do Wrestling… –

Mas sabem qual era o jogo que gostaria de ver dobrado em Tuga? “Lutador de Rua II”, pois claro!

Felizmente uns senhores decidiram tornar o meu sonho realidade, pelo que hoje partilho hoje convosco, caros rumblepackianos

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=uAlwx5X7Iw8]

– em Brazuka fica ainda melhor! FORÇA GUILHERME!!! –

E claro que não podia faltar o “Riú” contra o “Quéne”:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qhyk8ZMSnAk]

Super Chute em Giratória!

Ok, se calhar não está assim tão bom, mas é melhor que um outro, qual era o nome… ah!

Pokégold

– POKÉMON Gold! Isto com vozes meteria medo –

Fonte [ Mundo Cãoporativo ]

Por: Darth Messaiah

http://www.deathball.net/notpron/

(in)Cultos dos Videojogos — SAGE: fãs salvam Sonic da desgraça?
Por: Painatalméne | 16 de Agosto de 2009 às 12:27

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1991: Sonic The Hedgehog é lançado na Mega Drive. Nintendo condenada, de certeza!

758– yeah! –

1992/93: Sonic The Hedgehog 2 e Sonic CD, possivelmente os melhores da série.

1994: Sonic 3 e Sonic & Knuckles: o sonho continua!

1997: Sonic X-Treme, o grande projecto da Sega Saturn cancelado! Fim do mundo, ouvi dizer…

1998: Sonic Adventure dá as boas vindas à geração 128-bits na Dreamcast.

2001: Sonic Adventure 2 é lançado para acabar em grande com o Enredo-de-Sonho. Consola morre, mas Sonic é imortal!

2001/02: Porcos voam e o impossível acontece! Sonic na Nintendo com Sonic Advance!

2005: Um Sonic de pêlo preto e com pistolas? Seus imundos! Mas com Sonic Rush regressa a esperança!

2006: Finalmente um regresso tão épico que herdou o nome do primeiro jogo… e foi a decadência total!

2007: A Wii torna-se a última esperança com Sonic & The Secret Rings… mas a Wii nem tem HD!

2008:

– … nuff said… –

Com a decadente qualidade dos jogos do ouriço azul, que parece não dar sinais de melhorar ainda, segundo consta –, a SAGE torna-se mais interessante que nunca! Mas em que consiste a SAGE?

SAGE – Sega Amateur Game Expo é um evento anual online onde são exibidas demonstrações de jogos criados por fãs em que protagoniza o nosso amigo Sonic. Sim, o

– nada a ver com isto! –

Segue-se uma breve análise depois do clique!

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LUDICO — Controladores inovadores e únicos… intimamente
Por: Painatalméne | 28 de Junho de 2009 às 10:30

Ao longo dos tempos, o universo do entretenimento virtual tem sido brindado com dispositivos que procuraram revolucionar o modo como interagimos com os nossos videojogos. Uns foram muito bem aceites; outros acabaram por não beneficiar de tamanho sucesso, a nível comercial; e ainda há aqueles que resultaram de iniciativas sem fins lucrativos. Wii Fit – graças à Balance Board – ou Guitar Hero e Rock Band – com os seus comandos em forma de instrumentos – são apenas alguns dos exemplos de periféricos inovadores que marcaram esta indústria.

E aqui está um que nunca passará de projecto… creio eu:

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Neste segundo artigo da secção LUDICOLoUcas Demonstrações e Invenções Comerciais e Ocultas — , d’ O Lado B dos Videojogos, serão referidas algumas ideias que se distinguiram pelos seus graus de cooperação e… intimidade.

Spock Approves!– ”Hmmm… ok, why not?” –

O que foi ele fazer? Descubram, depois do clique ;) .

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Bootleg Demakes Competition – Parte 1
Por: Painatalméne | 3 de Maio de 2009 às 11:50

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Quando se procura videojogos numa feira popular, que tipo de jogos se costuma encontrar?

– Jogos piratas! HARRR! –

Regra geral, estes raros tesouros em preço de saldo não passam de cópias descaradas de vários jogos, recorrendo a licenças sem permissão para tal.

Pode ser algo parecido a um Super Mario – mas com um Pikachu como protagonista – ou um jogo Pokémon Edição Cor-de-Rosa Choque — que nem passa da tela de apresentação –, entre muitas outras ideias. Pois é, não há limites para estes corajosos senhores que, não temendo os processos e advogados das grandes marcas, insistem em louvar ícones e heróis virtuais – para ganhar dinheiro a enganar miúdos!

– Alguma vez encontravam uma maravilha destas na GAME? –

Apesar de licenças sem permissão, capas fotocopiadas com má qualidade e Inglês mal aplicado, será que se pode insinuar que estes jogos ”pirata” — os quais, por vezes, nem funcionam devidamente –, apresentam um carisma que os torna especiais? Analisemos o evento Bootleg Demakes Competition, organizado pelo grupo TIGSource.

Bootleg Demakes Competition promoveu a criação de jogos com este tal carisma de jogo barato ilegal, em que foram apresentadas aplicações baseadas em marcas e ícones populares dos videojogos, com visuais e música da era 8-bitportanto esqueçam os altes gráfiques da PêÉsseTrês por um momento.

Todas as obras podem ser obtidas clicando aqui mas primeiro, umas notas importantes:

  • O download anterior requer um cliente de torrents, como uTorrent;
  • Alguns jogos só funcionam após a instalação do Microsoft XNA;
  • Sabe-se também que o anti-virus Avira poderá considerar o jogo Retroid uma ameaça ao sistema;
  • Jogos testados em Windows XP — mas alguns têm versões para outros sistemas operativos;
  • Este jogo não vem no pacote em cima.

Mas chega de cascalho cuspido. Aqui estão alguns dos melhores jogos!

Vejam-nos depois do clique.

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(in)Cultos dos videojogos – Lutador de Rua
Por: Painatalméne | 22 de Março de 2009 às 10:30

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Lançado há umas semanas, Street Fighter IV não é apenas famoso pela sua jogabilidade, mas também pelo seu design peculiar e não-realista, que dividiu opiniões. Como seria o jogo se tivesse adoptado gráficos mais realistas? Talvez assim…

Por Michael Ryan Kime

Mas não é do Quatrão que se vai falar hoje. Portanto voltemos atrás no tempo…

– não, não, mais atrás… –

Vamos falar do jogo que deu origem à mítica série.

Vejam o que vos espera depois do clique.

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Eles lembraram-se! Lutador de Rua HD na PSN e o Quatrão na Nintendo
Por: Painatalméne | 19 de Fevereiro de 2009 às 13:33

E é finalmente hoje o dia em que, meses depois de aparecer no Caixote, o — cá vai — Lutador de Rua 2 Turbo HagaDê Remixe Superior se torna realidade no serviço online europeu da Playstation!

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Double achievement unlocked!

  • Lançar o jogo ANTES do Street Fighter IV na Europa;
  • Lançar o jogo DEPOIS do Street Fighter IV nos Estados Unidos.

Portanto os fãs que ainda não perderam a paciência ao ponto de criarem uma conta americana com a morada de um MacDonald’s qualquer têm aqui a sua oportunidade, um dia antes do Quatrão estar oficialmente à venda.

Entretanto, deliciem-se com um vídeo do Street Fighter IV na… Wii?

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=V49Oe2nxmR8]

Calma! 1993? Ah, é para a NES. Mas se corre numa 8-bit da Nintendo, corre na consola fudónica do controlo remoto! E nem é mau, para um jogo ilegal. Bootleg Channel, anyone?

Isto, claro, se não quiserem jogar num PC com o ROM, que não vão poder encontrar aqui, através de um emulador NES algures.

O grande problema, no entanto, reside na ausência de certas figuras.

Onde estão os meus Ryuzão e Kenzão?

E o Sheng Long?

E onde está o…

2lszibk– Van Damme? –

Por: Darth Messaiah

Loucas invenções no mundo dos videojogos – Parte 1 – Game Boy
Por: Painatalméne | 8 de Fevereiro de 2009 às 16:08

No vasto mundo dos videojogos, são constantemente projectados e criados produtos que nunca nos passaram pela cabeça.

E muitos destes vão para além de uma versão modificada de um comando Plaistéxan…

– Senhores hardcore aguardam pela PS4 –

…ou de um comando miniatura para o Caixote X…

– À venda numa Worten perto de si! –

…ou até mesmo do inovador comando da Wii!

A secção LUDICO — LoUcas Demonstrações e Invenções Comerciais e Ocultas — falará de alguns desses produtos, que se distinguiram por algo, nem que tenha sido apenas pelo design peculiar!

Comecemos então por acessórios do Game Boy que, lançado nos finais dos anos 80, escusa apresentações:

  • Precedida pela linha de consolas Game & Watch e sucedida pelo Game Boy Advance;
  • Lançada em várias cores e versões, incluindo Game Boy Pocket e Color;
  • Um total de quase 120 milhões de consolas vendidas;
  • Jogos de tremendo sucesso, nomeadamente Tetris, Super Mario Land e várias iterações da licença Pokémon;
  • Uma consola que constantemente derrotou rivais tecnicamente superiores, como a portátil da Sega, Game Gear — joga a cores, ouvi dizer.

anigif4– Imaginem agora o número de pilhas necessário para jogar Pokémon numa destas

Vejam o que vos espera depois do clique.

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Novo mandato, novas esperanças… uma nova perspectiva acerca dos videojogos?
Por: Painatalméne | 25 de Janeiro de 2009 às 20:29

Apple…

Wii…

…e Obama!

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São estes os símbolos (acho eu… não passa de uma opinião, aguentem os misseis) de uns Estados Unidos em mudança, agora que o senhor Jorge W. Arbusto vai-se embora — festa, ouvi dizer!

O resto do post depois do clique.

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Videojogos e Arte: Kokoromi Collective – The Art of Play – Parte 2
Por: Painatalméne | 11 de Janeiro de 2009 às 10:30

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«Art is the process or product of deliberately and creatively arranging elements in a way that appeals to the senses or emotions…”the arts” may also encompass a diverse range of human activities, creations, and modes of expression…»

Proveniente de uma fonte muito fiável

Não passa de uma mera definição digna de um «capitão óbvio», mas não me parece que haja forma mais objectiva de definir «arte»…

O que para uns é bom, para outros é horrível…mas independentemente de ser algo de bom, nojento, maravilhoso, estranho, fudónico, pipi, ou algo que te faça dizer…

…why do we even bother? Como já foi dito, esqueçamos discussões de especialistas, e vamos para mais jogos diferentes e gratuitos da Kokoromi Collective, desta vez da exposição Gamma 256:

Um dos temas desta exposição é a arte Retro (aquela dos bonequinhos quadrados e musiquinhas pipis de poucos sons…nada de anti-aliasings por xyz ao quadrado para aquelas super-texturas que os mais extremistas fãs de graficões 5D lá tanto gostam…)

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Just like our doctor here…

E aqui estão alguns grandes exemplos disto:

Comecemos pelo grande…

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…nah, we’re just kidding!

Passage, um jogo de Jason Rohrer

Este jogo Memento Mori, de duração 5 minutos (…pouco mais que um Left 4 Dead sem online…) é para ser interpretado e apreciado pelo seu estilo .

Portanto uma simples review de ver:

Se te consideras de videojogos: CONVÉM JOGAR!

Se não és fã de videojogos: TENS DE JOGAR!

Façam o download clicando aqui

Se gostaram de Passage recomendo o Gravitation, que podem obter clicando aqui… e se não gostaram, preparem-se…

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…just kidding, again, o pessoal do Rumble Pack é amigo!

Podia falar de Jason Rohrer num artigo inteiro, mas por agora, on to the the next game:

Mr Heart Loves You Very Much, de  Jimmy Andrews

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Um simples jogo de puzzles em que têm de apanhar o coração. Não podem saltar, mas algumas habilidades estão ao vosso dispor, como rodar o ecrã (tal como este jogo anteriormenter referido nesta crónica)… mas melhor mesmo é jogarem-no, e irem aprendendo seguindo as instruções que vão aparecendo nos primeiros níveis…

Download do jogo aqui

E o prémio de jogo mais bizarro vai para…

Stdbits, de Mark Johns

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Não, não é um concurso de programação, senhores informáticos! Mas descrever este jogo é… bem… uh… experimentem, é tudo grátis, anyways…

Façam o download aqui

Como alternativa a nível de factor estranho, também têm o Mondorian Provoked…um jogo que termina com uma mensagem de «Are You Done Provoking Me?»

Vejam um filme com Doomed Planet, de Nick Sheets

Isto é o que se obtém misturando os estilos retro dos filmes (a preto e branco, sem som, e legendas ao estilo de Charlot) com o dos videojogos.

Obtenham o jogo clicando aqui

Mas não consegui jogar com o teclado, apenas com um comando da 360:

«The rules stipulated that all games must run in Windows XP and use an XBox 360 Controller for Windows as their input…(cuspir cascalho)… Some of the creators have also included keyboard control…(cuspir cascalho)…»

…é pena

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…must…get…a…controller!

Ainda havia vários jogos interessantes, como o simples Sunset Runner ou o interessante Bloody Zombies (que requer essa maravilha de comando), mas por agora, vou-me despedir…

bye_batty

Por: Darth Messaiah

Videojogos e Arte: Kokoromi Collective – The Art of Play – Parte 1
Por: Painatalméne | 21 de Dezembro de 2008 às 10:00

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«Games are now generally acknowledged as culturally significant, comparable with film or television in their economic strength if not their public mindshare. But can they be art?»  — The Art of Play – Sinopsium and Arcade

Niiiiko says they can!

Parece claro, do meu ponto de vista, é claro, de que os videojogos podem ser consideradas manifestações de arte ao nível do cinema, da pintura ou da música — esquecemos os debates existencialistas nas áreas referidas sobre a definição de “arte” . Grandes obras em forma de videojogo como Okami, Ico, Shadow of The ColossusNo More Heroes, Metal Gear Solid, Katamari Damacy, ou até o mais simples Super Mario Bros., com todo o seu carisma, são o suporte desta minha convicção.

A juntar a isto, estão a surgir de forma consistente também grandes personalidades ligadas exclusivamente aos videojogos como o Suda51 (Killer 7), Peter Molyniex (Fable), Kojima (Metal Gear) entre outros, que transportam um pouco aquele carisma dos realizadores de cinema. O caso do Suda51 parece-me ainda mais curioso, assemelhando-se ao fenómeno de um qualquer escritor famoso, em que as pessoas compram determinado livro devido ao autor.

Mas… who cares?

O que quero dizer com isto é que nos videojogos há muito mais do que… os grandes jogos e os grandes nomes. Há também outros jogos, menos grandes na “aparência”, mas também grandes.

É esta pluralidade de oferta que se traduz numa também pluralidade de públicos a acederem ao meio de entretenimento videojogos que sustentam de forma inequivoca os videojogos como um movimento cultural com a mesma universalidade que o cinema, por exemplo. Assim, daqui em diante irei promover alguns dos jogos mais simples, cativantes e interessantes que já encontrei neste mundo das internetes.

E para começar nada melhor do que introduzir uma organização chamada Kokoromi Collective. A Kokoromi Collective procura promover os videojogos como arte, promovendo para tal vários eventos em que normalmente são apresentados diversos projectos de videojogos — com um imenso toque artístico quanto a mim. Estes variam desde uma simplicidade extrema, ou o estilo pixelizado 8-bits, até a uma confusão tal que, estranhamente, acabam por nos cativar. O traço comum é que são todos simples de se jogar e extremamente originais, seja a nível de jogo e/ou de design.

Entre as várias exposições que já organizaram, estão:


Posto isto, vamos a alguns jogos, que é o que a malta quer ;) .

Os dois jogos seguintes foram apresentados no evento The Art of Play – Sinopsium & Arcade (no site, em “Arcade” poderão ver muitos mais jogos).

Primeiro temos o And Yet It Moves (PC).

O protagonista é aquele boneco e é feito de uma folha de papel. O objectivo do jogo consiste em fazer o jovem passar o caminho dele sem colidir com as paredes. Para isso poderão não só controlar a personagem mas também rodar o cenário em voltas de 90 graus, um conceito que faz lembrar o jogo da Playstation Portátil, Loco Roco.

Como é apanágio do Rumble Pack, por aqui só se escreve reviews de ver. Nesse sentido: gráficão ultrapassado; na era do 3D apresentar um jogo 2D… muito triste; cadê o meu graficão?; fim da indústria próximo se estas budegas viram moda; levava um 2.0 na IGN, se tanto!

Mas como o Abul disse que eu podia escrever o que quisesse, acho que me fico por aqui nesta fudónica tarefa de fazer reviews de ver. Quem quiser experimentar este jogo, é só clicar com certo vigor aqui para fazerem download do mesmo.


O jogo seguinte tem o castiço nome de: Game, Game, Game and Again Game (PC).

Se estiverem a ver uma bola preta com um centro vermelho, então posso desde já avisar que essa é a “personagem” que vão controlar. Para passarem de nível, têm de chegar à porta, e não podem tocar nos rabiscos azuis… mas o interessante do jogo está no que se vai sucedendo enquanto lá tentam chegar.

É tão bizarro que acaba por ser deveras interessante! Visualmente é dos jogos mais originais que já vi, e também o que mais se assemelha a um quadro pintado ou porque não, meros rabiscos num caderno… mas não se deixem enganar pela aparência, nem por senhores analistas que dizem que aqui não há queixos quadrados!

Quem quiser jogar, é só clicar aqui.


E não me alongo mais neste primeiro post — já estou a dever 67 palavras ao abul :P .  Espero que tenham gostado e… até à próxima, já sem introduções e com muitos mais jogos e «análises profissionais de ver» ;) :

E aqui vai mais um extra …uma das cartas da nova edição do famoso jogo de cartas Magic The Gathering:

Rumble Pack!…

Ilustração por [ ~seventy2seconds ]
fonte [Link]

Por: Darth Messaiah