PAGUE — Mãe, há Videojogos no meu desenho animado!
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Painatalméne | 20 de Março de 2010 às 22:00 | 4 Comentários
Por: Painatalméne | 20 de Março de 2010 às 22:00 | 4 Comentários
Hoje em dia, um marco “economico-artistico-social” – que palavrão! — em qualquer área do entretenimento nunca é limitado à sua origem. Livros dão origem a filmes, filmes dão origem a séries e tudo isto dá origem a videojogos. Mas o contrário também acontece!
Poderão ser mencionados directa ou indirectamente mencionados num episódio excepcional de uma série popular, geralmente com fins humorísticos. O seguinte excerto é um exemplo de referência indirecta:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0V_MRuYuEAc&w=350]
E depois temos os desenhos animados baseados directamente em videojogos e mesmo licenciados. Pedaços épicos da nossa tão bem passada infância com o objectivo de transmitir o prazer do videojogo para o nosso Buéréré – ou então apenas para conseguir uns trocados através de uma série de qualidade duvidosa!
O PAGUE — sigla de Para Além do GUiquE — é mais uma sub-coluna do Lado B dos Videojogos, dedicada a relacionar e destacar a influência dos videojogos na vida quotidiana:
Porque esta não é controlada por um comando…
Porque esta não é possível de desligar…
Porque esta não é uma consola…
… Amén!
E o tema de hoje é relacionado com essas mesmas obras de animação acima mencionadas.
Devo avisar que se trata de um artigo com bastantes vídeos, um autêntico Sugador de Tráfego Internacional!
Portanto se estão com o tráfego em baixo e odeiam animação para meninos de fraldas, ainda vão a tempo!

Depois do clique, o choro é livre — não digam que não avisei!
Era tão simples…
Curiosamente, começamos com um programa que nunca vi, produzido pelo estúdio Hanna-Barbera, acerca de um dos mais populares “heróis” dos videojogos de todos os tempos. No entanto, eu não me lembro deste dizer algo para além de wakka-wakka!
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=n3n22GQMgcU&w=350]
Mas não há muito para dizer por aqui, pois isto não passou de um mero aquecimento.
Preparem-se, cavalheiros, porque o artigo a sério começa A-G-O-R-A!

G.I. Joel adaptado ao universo dos jogos másculos!
Uma tendência nos anos 90 foi a de adaptar videojogos de luta em desenhos animados à-la Amaricano. Por vezes conseguiam mesmo insultar por completo as obras originais — eu até compreendo que não deveriam ser completamente baseados nos jogos onde se inspiraram, a fim de conseguir autenticidade, mas isto é ridículo!
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IGEJDKJdPGg&w=350]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1Y-zLJpUMtk&w=350]
Citações “foleiras” aliadas a piadas secas, vilões sem nexo, heróis sem as suas características carismáticas e histórias banais de soldados contra terroristas são condições constantes que vitimaram clássicos como Battletoads — nem passou do primeiro episódio –, Darkstalkers, Double Dragon, Street Fighter ou Mortal Kombat.
Mas este último caso foi homenageado com uma série de homem, lembram-se…?
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=zpQokcyUJ7c&w=350]
– … –
Nem sei que dizer…

Com ou sem nexo, tinham de ser adaptados
A DIC Entertainment produziu as séries Adventures of Sonic The Hedgehog e The Super Mario Bros. Super Show!, que já foram transmitidas na televisão nacional.
Relativamente à primeira, eu confesso: pode não ter sido épica, mas simpatizo bastante com a mesma. Era uma autêntica fantochada do princípio ao fim, algo lúdico. E foi bem melhor que qualquer outra série do ouriço que conheça — não foi uma grande façanha, visto ser difícil atingir um grau de mediocridade superior ao de um tal Sonic Underground!
Já a série do defunto Lou Albano não foi propriamente do meu agrado. Deu-me a entender, no entanto, que se esforçaram a fim de adaptar as aventuras do canalizador virtual em capítulos meramente audiovisuais.
Seguem-se excertos:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UCaWI8_3VLU&w=350]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=65uNCLBTje0&w=350]
No entanto, o momento chocante do programa “Nintendista” não foi a conversão do Reino dos Cogumelos, mas do seu complemento…
porquê…
porquê…
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FPxY8lpYAUM&w=350]
– porquê, DIC Entertainment, PORQUÊ?! –
Percebem agora o motivo pelo qual porque o Link não fala? É demasiado cascalho cuspido para apenas 13 episódios, quanto mais um jogo inteiro!
Mas encaremos isto pelo lado positivo… se existir: ao menos este último vídeo de qualidade “Rickrollana” inspirou-me para terminar o artigo com uma carta:

Por: Darth Messaiah


Giro é comparar o cartoon de street fighter com o anime.
[...] ler ao artigo aqui mesmo [...]
“Well, excuse me princess!” Tanto cascalho animado, Jasus!
Welll excuuuuuuuuuuuuuuuuuuuse me, Nintendo!