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	<description>A different view about games</description>
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		<title>Música da Semana #18 &#8211; Sega Rally</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 13:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Musica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Retro]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje deu-me para a nostalgia, e para relembrar-me de clássicos passados, decidi ligar a minha Sega Saturn e jogar alguns títulos que muito prazer deram-me quando era miudo. Um desses títulos foi o Sega Rally original, que além de proporcionar-me horas intermináveis de puro vicio, permitiu-me igualmente desfrutar de uma banda sonora digna de registo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/11/27/musica-da-semana-18-sega-rally/"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png" alt="" width="574" height="193" /></a><br />
<span id="more-660"></span></p>
<p>Hoje deu-me para a nostalgia, e para relembrar-me de clássicos passados, decidi ligar a minha <strong>Sega Saturn</strong> e jogar alguns títulos que muito prazer deram-me quando era miudo.</p>
<p>Um desses títulos foi o <strong>Sega Rally</strong> original, que além de proporcionar-me horas intermináveis de puro vicio, permitiu-me igualmente desfrutar de uma banda sonora digna de registo. Este tema que vos trago, de seu nome &#8220;Conditioned Reflex&#8221;, é um excelente exemplo do espirito do jogo, bem como um dos temas da campanha de marketing da <strong>Sega</strong> para promoção da sua 32 bis.</p>
<p>Desfrutem e até para a semana&#8230;</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/60eNVxFQBSY?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=60eNVxFQBSY">www.youtube.com/watch?v=60eNVxFQBSY</a></p> </p>
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		<title>Uncharted 3: Drake&#8217;s Deception</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 21:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icetuga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segunda Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Uncharted. Em que pensamos nós jogadores quando ouvimos esta palavra? Num excelente jogo claro! Num primeiro pensamento, surge-nos logo a frase &#8220;obra prima videojogável&#8221;, continuando o raciocínio o nome Uncharted significa bem mais que isso. Bandeira da marca Playstation nesta geração, uma das mais marcantes franchises da história dos videojogos, sem qualquer duvida o título [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/11/24/uncharted-3/#more-634/"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-1.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-624" /></a> </p>
<p><span id="more-634"></span></p>
<p>Uncharted. Em que pensamos nós jogadores quando ouvimos esta palavra? Num excelente jogo claro! Num primeiro pensamento, surge-nos logo a frase &#8220;obra prima videojogável&#8221;, continuando o raciocínio o nome Uncharted significa bem mais que isso.<br />
Bandeira da marca Playstation nesta geração, uma das mais marcantes franchises da história dos videojogos, sem qualquer duvida o título singular mais premiado de sempre, um nome que arrasta consigo uma multidão de fãs devotos. Em suma, um nome que estaria, a existir, no panteão dos videojogos. Este foi o legado deixado pelo ultra-premiado Uncharted 2, um legado tão grande que só estar à medida das expectativas numa nova sequela seria uma tarefa hercúlea, superá-las uma missão quase impossível, mas a Naughty Dog está habituada ao sucesso, desde Crash Bandicoot a Jak and Dexter se existe produtora que parece capaz de superar desafios esta será uma delas. Terão então superado as expectativas que lhes foram depositadas com Uncharted 3? Acabemos com o suspense, a resposta é não.</p>
<p>Feliz ou infelizmente, a Naughty Dog é uma produtora de uma industria que tem dos fãs mais &#8220;ingratos&#8221;, ao que parece jogador que é jogador, pede sempre que a cada nova iteracção de uma franchise esta evolua e traga algo novo, para quê pedir algo novo àquilo que já não tinha concorrência? Uncharted é quase um género por si só, poderíamos discutir que todas as mecânicas usadas não são originais, mas a maneira como são usadas e conjugadas entre si, isso é sem qualquer margem para discussão, algo novo e depois de Uncharted 2, alguns tentaram, nenhum conseguiu ser tão marcante, diria mesmo, ser uma fracção do que é este jogo. Para que se perceba, Uncharted 3 é mais do mesmo e isso é óptimo, é por ser mais do mesmo que continua a ser um jogo entre centenas e sem igual até à data. É nos novos condimentos adicionados à formula vencedora que Uncharted 3 falha, ligeiramente, mas uma falha à mesma.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/header_846_uncharted_3_drakes_deception1.jpg" alt="null" /></p>
<p>Voltamos a encarnar, como não poderia deixar de ser, Nathan Drake, depois de um interregno à procura da pedra Cintamani, Drake está de volta ao trilho deixado pelo seu antepessado Sir Francis Drake em busca da Iram dos Pilares, também conhecida como Atlantis das Areias. Óbvio que qualquer arqueólogo da escola de Indiana Jones, não pode esperar uma demanda pacifica, outros estão na corrida pelo mesmo objectivo e farão tudo para chegar primeiro, em Uncharted 3 eles são uma sociedade secreta com a <em>mui british</em> Katherine Marlowe à cabeça. Marlowe e Nathan já têm história passada, uma história que deixou marcas em Drake a tal ponto que nesta aventura teremos um Drake mais sério, mais focado e muitas vezes imprudente, um passado que o empurra para o meio da tempestade sem pensar em consequências e inúmeras vezes sem reflectir no que poderá acontecer a quem o acompanha, Uncharted 3 tem todo um enredo mais sério, mais adulto, até mais sombrio. O humor continua presente claro está, mas agora em doses mais moderadas.<br />
A Naughty Dog propõem-nos então um enredo mais adulto e foca-se por completo na personagem de Nathan Drake, explicando de vez o que o move, utilizando mesmo o passado deste, ainda em criança, como partes videojogáveis explicando assim o fascínio por Francis Drake, a amizade com Sully e a animosidade com Marlowe, assim como o porquê desta aventura lhe ser tão importante. Contudo isto vem com um custo, ao focar-se tanto numa só personagem as outras são impreterivelmente relegadas para segundo plano. Retirando Victor Sullivan que nos acompanhará na grande parte da aventura, personagens como Clhoe, Elena e Cutter, um novo companheiro inglês, perderam aqui bastante protagonismo e tempo de antena, presentes em poucos minutos de jogo, vêm as suas histórias ser pouco desenvolvidas, chegam mesmo a dar-nos a sensação que só lá estão para serem usadas a qualquer custo para que Nathan possa cumprir o seu objectivo.</p>
<p>Uma das delicias de Uncharted 2 era, sem duvidas, a relação entre personagens e como estas se foram desenvolvendo, Uncharted 3 é só Nathan Drake, Uncharted 3 <strong>é</strong> Nathan Drake. Até os adverários que defrontamos nesta nova aventura parecem vazios quando comparados com os vilões de Uncharted 2, Talbot não deixará a marca de Harry Flynn e Marlowe, apesar de excelentemente bem representada, não aparece vezes suficientes para marcar como marcou Lazarevic.<br />
Convém demarcar que, ainda assim, Uncharted 3 é um dos ex-libris do storytelling dos videojogos, o grande problema de Uncharted 3 é existir Uncharted 2.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/featureuncharted3.jpg" alt="null" /></p>
<p>No restante, temos o velho Uncharted de volta, mas um pouco mais pausado, mais desafiante intelectualmente, com menos secções de tiro, embora depois de meio do jogo estas aumentem exponencialmente, o inicio deste jogo é praticamente todo baseado na resolução de Puzzles e secções de plataformas enquanto a estória se desenvolve a um ritmo elevado, depois do Iémen o jogo entra num ritmo mais frenético a estória é desenvolvida a espaços mais longos, sem problemas aqui. É até uma forma muito inteligente para que o jogador não perca o foco nesta. Os puzzles são aqui bem mais desafiantes e numa primeira incursão será normal que o jogo tenha de dar pequenas ajudas para que possamos prosseguir em frente e não começar a bater com a cabeça nas paredes. Não se preocupem aqueles que não gostam de ser levados pela mão nos videojogos, não só o jogo dá a solução passado bastante tempo, tempo suficiente para resolverem os enigmas, como podem desligar estas ajudas por completo.<br />
Para alguns um jogo mais cerebral e menos másculo será bom, para outros menos tiros é um senão, não existe defeito aí é uma questão de gosto. Contudo se os puzzles estão mais desafiantes as secções de plataformas são por vezes puzzles elas mesmas sem que sejam assumidas. Em Uncharted 2 o reconhecimento do caminho era automático por parte do jogador, era impossível não saber que caminho seguir, o que fazer no próximo passo, devido a um muito inteligente sistema de cores que destacava até para um daltónico o caminho certo, isto poderia ser mau, muitos argumentariam que o jogo andava sempre de mão dada com o jogador, mas isto é que tornava o ritmo de Uncharted 2 tão ridiculamente certo, foi isto que permitiu que várias secções de Uncharted 2 tivessem todo aquele fantástico feeling &#8220;hollywoodesco&#8221; em que é absolutamente essencial que o jogador saiba numa fracção de segundos o que fazer a seguir, caso contrário a experiência é estragada. Uncharted 3 continua a usar um sistema semelhante para guiar o jogador, mas não tão denunciada e por vezes não é denunciada de forma nenhuma, isto poderá estragar para alguns menos atentos algumas destas secções referidas.<br />
Lembro-me, por exemplo da secção onde nos encontramos num palácio a arder, tudo à nossa volta parece ruir, o jogador sente a emergência de sair dali o mais rápido possível, urge decidir rápido e bem até que&#8230; e agora? Salto para ali ou para aquela plataforma mais além? Parámos, olhámos, pensámos, decidimos e percebemos que enquanto não prosseguirmos caminho nada acontece, mas não é suposto o fogo prosseguir o seu caminho de destruição sem que dependa do jogador? Mal damos um passo em frente Nathan cai um andar depois da plataforma onde se encontrava ruir.<br />
Sim, Uncharted 2 já usava isto, sim em Uncharted 2 muitas das acções vistas dependiam se o jogador prosseguia ou não, a diferença é que em Uncharted 2 o jogador só parava porque queria, em Uncharted 3 muitas vezes pára porque se perde. No segundo estas experiências altamente cinematográficas só eram estragadas porque o jogador queria, no terceiro podem ser estragadas porque o jogador está na duvida do que fazer a seguir.</p>
<p>Puzzles, plataformas, combate é a essência mínima de Uncharted. O Combate pode ser dividido em duas sub-espécies, combate corpo-a-corpo e Shooter. Uncharted 3 continua a ser dos jogos mais divertidos e mais desafiantes neste particular, mas uns furos abaixo de Uncharted 2. Por duas razões, uma já foi dita, prende-se pelo facto de ter secções de combate em muito menor quantidade, a outra prende-se com a importância em demasia dada ao combate corpo-a-corpo. Desfazendo a confusão, este está bem melhor que o que vimos nos jogos anteriores. Muito mais complexo, profundo e coreografado, vencer um corpo-a-corpo em Uncharted agora não é so carregar nas teclas até o adversário cair, é preciso ter certa calma e perícia, especialmente nos adversários mais dificeis de tombar. O problema prende-se quando a parte Shooter do combate é afectada por isso.<br />
Apenas por curiosidade fui ver a diferença de entre inimigos que derrotei no corpo-a-corpo entre Uncharted 2 e 3. No terceiro episódio derrotei mais de três vezes mais adversários desta forma, isto porque estes são compelidos a aproximarem-se do jogador como nunca visto na série e diga-se de passagem não muito inteligentemente. Sim eles continuam a proteger-se a movimentar-se de protecção em protecção, a flanquear, mas se em Uncharted 2 mantinham a distância quando carregavam com armas de disparo à distância, agora tentam chegar-se ao jogador tenham a arma que tiverem, tirando talvez os que empunham RPG&#8217;s, lança granadas e snipers. Isto torna alguns encontros autênticas secções de beat&#8217;em&#8217;up, Uncharted 3 transforma-se muito mais do que o aconselhável num &#8220;porrada neles&#8221; quando deveria ser exactamente o contrário. O combate corpo-a-corpo no meio de uma refrega deveria ser opcional e muitas vezes sente-se como obrigação, porque na realidade o jogador não tem outra hipótese, aliado ao facto de que os adversários demoram mais a cair e que os outros que rodeiam os dois lutadores não param de disparar, ainda que acertem no parceiro e não só no jogador, pode tornar-se frustrante nos níveis de dificuldade mais elevados. Uncharted tem agora um sistema de combate corpo-a-corpo que envergonha muitos jogos cuja principal característica é &#8220;porrada neles&#8221;, mas a Naughty Dog ficou tão maravilhada com o que conseguiu que exagerou na dose e isso vê-se perfeitamente na forma como decidiriam que iriam acabar o jogo, quando o ultimo combate de um Uncharted é à base da porrada isso é prova mais que inequivoca da importância que lhe foi dada, escusavam era de ter piorado o Shooter que existe em Uncharted, ainda para mais quando os controlos estão mais lentos, mais pesados, algo já admitido pela própria Naughty Dog e que não foi do agrado de muitos jogadores, eu incluo-me neste grupo, senti alguma dificuldade de habituação ao novo sistema de controlo, mas é só isso dificuldade de habituação, algo que vai passando conforme vamos progredindo no jogo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/5941516768_ba786818a4_b.jpg" alt="null" /></p>
<p>Toda a essência de Uncharted está presente neste novo capítulo. Apesar dos defeitos apontados, o jogo continua desafiante e viciante no combate, continua a ser um exemplo de storytelling, continua a ser um excelente platformer e agora um enorme desafio no que toca a resolver enigmas, o videojogo que adoramos está cá todo, mas acima de tudo isto Uncharted continua a ser uma experiência que vai muito além do videojogo, para isto muito ajuda o seu motor gráfico, brilhante e deslumbrante que nos faz querer perder nas luxuosas paisagens que nos vai apresentando, assim como nos faz querer conhecer pessoalmente as fabulosas e psicologicamente complexas personagens, que são muito mais do que um amontoado de pixeis, a atenção dada ao detalhe em cada atitude, cada diálogo é deslumbrante e não tem rival, nenhum outro jogo actual ou passado dá tanta atenção ao detalhe comportamental como Uncharted dá. De louvar as fabulosas representações virtuais dos actores por detrás das personagens, irrepreensível, mas uma palavra tem de ser dada também à equipa que os animou que chegam a ser perfeccionistas ao ponto de colocarem Nathan a agarrar um corrimão quando sobe ou desce umas escadas, que mete uma mão na parede quando passa por uma porta, pequenas coisas que quase nem reparámos mas que elevam toda a autenticidade dos jogos a outro patamar e se Uncharted 2 já tinha elevado esta fasquia, Uncharted 3 meteu-a a níveis estratosfericos e não só nas personagens principais que vemos este cuidado, nos adversários temos reacções deliciosas e os cenários ganham uma vida própria.<br />
A nova palavra de ordem de Uncharted é: protecções móveis. O nível do barco é um novo patamar neste género de jogos, emocionante ao máximo e de uma inteligência no design a toda a prova. Para quem achou que Uncharted não conseguiria criar secções de acção e dramáticas como se viu em Uncharted 2 enganou-se redondamente, neste pariticular a Naughty Dog passou o teste e com todo o mérito. O mencionado nível do barco, os níveis no Deserto e antes disso do Avião, são do melhor que já se fez nesta industria, em qualquer género, em qualquer jogo e sim incluindo Uncharted 2.</p>
<p>Concluindo, muito brevemente e correndo o risco de remar contra a corrente, Uncharted 3 poderia ter sido bem mais que Uncharted 2, a Naughty Dog falhou esse objectivo, porque, ironia das ironias, arriscou demais. Se tivesse feito mais do mesmo, não tendo &#8220;evoluído&#8221; tanto onde evoluiu, especialmente no combate, Uncharted 3 seria maior e melhor que Uncharted 2, assim, creio muito sinceramente, que está uns ínfimos pontos abaixo. Afinal, nem sempre o novo é bom, dá que pensar.</p>
<p><strong>Classificação: 8/10</strong></p>
<p style="text-align:center"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/DHHcM6aHPnE?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DHHcM6aHPnE">www.youtube.com/watch?v=DHHcM6aHPnE</a></p></p>
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		<title>inFamous 2</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 09:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>icetuga</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[InFamous]]></category>
		<category><![CDATA[Ps3]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano era 2009, pleno verão, quando apareceram 2 novos super-heróis que prometiam voltar a por na ribalta um género popularizado na geração anterior pelo seu amigável vizinho Homem-Aranha. Os dois novos heróis davam pelos nomes de Cole McGrath e Alex Mercer, protagonistas de inFamous e Prototype, respectivamente. Reza a história que nunca se conheceram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/11/22/infamous-2/"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-1.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-624" /></a> </p>
<p><span id="more-617"></span></p>
<p>O ano era 2009, pleno verão, quando apareceram 2 novos super-heróis que prometiam voltar a por na ribalta um género popularizado na geração anterior pelo seu amigável vizinho Homem-Aranha.<br />
Os dois novos heróis davam pelos nomes de Cole McGrath e Alex Mercer, protagonistas de <strong>inFamous</strong> e <strong>Prototype</strong>, respectivamente. Reza a história que nunca se conheceram, mas partilhavam muitas similaridades. Ambos tinham sido a causa de uma enorme catástrofe, Cole na sua cidade de Empire City, Alex por sua vez em Nova York. Ambos eram de certa forma responsáveis por terríveis pragas que ameaçavam a vida humana nestas duas metrópoles. Ambos não tinham pedido os poderes que lhes foram oferecidos. Ambos personalizavam, em certa medida, o conceito de anti-herói e por fim, ambos foram amados ou odiados por milhares de jogadores. Contudo aquilo que mais os liga é talvez o facto que nesta geração são os únicos grandes representantes deste género de jogo e depois do verão de 2009 poucos ou nenhum outro herói apareceu para, ao menos, lhes tentar roubar o trono. O Aracnídeo desistiu destas vidas, cansado de percorrer cidades, parece agora querer aventuras mais &#8220;straight-forward&#8221; e Batman, por muito bom que seja, não é bem um super-herói certo? Com um novo <strong>Prototype</strong> ainda na forja para o ano de 2012, sobra-nos a nova aventura de Cole McGrath e é sobre esta aventura que me irei debruçar.</p>
<p><strong>inFamous</strong> é um jogo de mundo aberto, onde controlamos um super-herói com o poder de controlar e usar a electricidade a seu gosto, não voa contudo é um praticante nato de parkour, pelo que poderemos percorrer toda uma cidade desde o subsolo ao cume do mais alto edifício. Dando uso aos seus poderes, Cole alia-se com uma agente governamental para restaurar a ordem a uma Empire City, outrora gloriosa, mas que após a catástrofe, provocada inocentemente pelo herói, é agora controlada por todo o tipo de criminosos e oportunistas e como se não chegasse é fechada em quarentena devido a uma praga mortal e infecciosa que aparece logo após o cataclismo. Neste cenário Cole irá aprender a dominar os seus poderes e a aumentá-los até chegar ao eventual climax onde defronta o seu arqui-rival que num volte-face lhe mostra o que lhe espera na sua nova aventura, vulgo sequela.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-2.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-2.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-625" /></a></p>
<p>Aqui é onde descola <strong>inFamous 2</strong>. Empire City tenta recuperar-se dos eventos que por pouco não a despedaçaram no primeiro capítulo, contudo não terá tempo. Uma nova ameaça bem mais perigosa e poderosa que todos os grupos anteriores somando a praga, aparece no horizonte. Dá pelo nome de Beast e apesar de todos os esforços do herói acaba por destruir a cidade obrigando Cole a fugir para New Marais, a cidade fictícia onde a segunda aventura do &#8220;Electric Man&#8221;, terá lugar.<br />
Neste género de jogo é essencial que a cidade que percorremos tenha uma vida própria. Empire City tinha-a, mas comparada com New Marais seria como comparar Oklahoma a Las Vegas é estonteante a quantidade de coisas que podemos fazer nesta cidade, tirando a capacidade que o jogador tem de a percorrer como bem lhe apetecer sem ligar a objectivos concretos, a magia de New Marais está precisamente nestes. A cidade está constantemente a apresentar-nos objectivos para cumprir, sendo a esmagadora maioria opcional. Literalmente é impossível passar 5 minutos sem que nos seja apresentada uma nova tarefa. Sejam elas tarefas mais mundanas como parar um assalto, desactivar uma bomba, ou até, calar de vez o irritante saltimbanco. Como missões mais complexas, que nos obrigam a despender mais tempo e a ser mais activos, tudo isto ainda na categoria de missões secundárias, que contudo podem ter uma importância tão grande como as missões principais.</p>
<p>Uma das importâncias destas missões prende-se com o retornado sistema de Karma. Cole McGrath pode novamente ser um paradigma do bem ou um arauto do mal. Tudo depende das escolhas que faça, não só nas missões que escolhe cumprir, em várias é-lhe dito ainda antes de começar a missão, se será para Karma positivo ou negativo, como também na forma que escolhe fazê-las. Na prática isto significa que mesmo que escolhamos fazer uma missão de Karma positivo as nossas acções dentro destas missões poderão, no resultado final, dar-nos Karma negativo. Dando um exemplo, se nos é dada a missão de salvar um grupo de reféns &#8220;prendendo&#8221; os seus captores mas decidimos matar os reféns juntamente com os captores receberemos Karma negativo e não positivo como, parecia, estar planeado pelo próprio jogo. Algumas missões são rígidas nos objectivos, não nos dando esta liberdade de escolha, mas teremos sempre, garantidamente, várias formas de as resolver.<br />
Outra importância destas missões dentro da dinâmica de jogo prende-se com o controlo do território. Algo que tinha simplesmente abominado no primeiro jogo era o facto de estarmos constantemente a ser perseguidos e alvejados sempre que passávamos num território que ainda não tinha sido &#8220;limpo&#8221;. Em <strong>inFamous 2</strong> isto não acontece tão frequentemente, mas ainda assim enquanto não dominarmos determinada parte da cidade as probabilidades que temos de ter confrontos ao lá passar é grande, a diferença de um para outro é que enquanto no primeiro a probabilidade de isto acontecer era esmagadora, no segundo está mais para o 5050.<br />
Estar constantemente em acção não é mau <em>per se</em>, o que é mau é quando não temos poder de escolha, algo que acontecia no antecessor, os inimigos eram por vezes tão numerosos que ou lutávamos ou o mais provável era morrer-mos, algo bastante aborrecido se apenas queríamos ir deste ponto para aquele. Em <strong>inFamous 2</strong> a equipa optou antes por nos dar objectivos terciários que vão aparecendo de forma aleatória no mapa e que deixam ao jogador a escolha se pára para os resolver ou prossegue caminho, por outro lado mata dois coelhos de uma cajadada só. No primeiro após dominarmos um território os inimigos desapareciam completamente dessa área, quando controlávamos uma grande parte da cidade, algumas viagens passavam de aborrecidas de tanta acção para aborrecidas de tanta pasmaceira. Agora quando controlada a área não seremos mais atacados aleatoriamente, mas teremos sempre pequenos crimes para resolver, uma vez mais, assim o queira o jogador.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-3.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-3.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-626" /></a></p>
<p>Uma das grandes criticas feitas a <strong>inFamous</strong> prendia-se com o facto da extrema repetitividade das missões e tarefas assim como dos adversários a enfrentar. Problema quase completamente resolvido nesta segunda incursão pelo mundo de Cole. Raríssimas são as missões secundárias iguais a uma anterior e a cadência com que nos vão sendo dadas, intercalas pelas pequenas tarefas que vão aparecendo, varrem por completo o aborrecimento. Aliado a isto, decisões muito sábias de quando e como nos apresentar novos adversários para defrontar.<br />
Claro que tudo isto não teria piada nenhuma se Cole fosse um menino do coro com dois ou três movimentos que nos obrigassem a enfrentar cada desafio sempre da mesma maneira, no primeiro já não seria assim, mas aqui nota-se um novo esforço para nos dar um Cole mais ágil, mais veloz, mais potente e acima de tudo mais versátil para que possamos enfrentar cada missão, cada adversário, cada problema de formas infinitamente diferentes. Cole dispara raios das mãos, granadas, rocket&#8217;s, levanta carros e é um excelente lutador corpo a corpo e quando isso não chega recorre a superpoderes capazes de limpar uma área de inimigos com um raio de metros à sua volta, não são só poderosos, como são visualmente estonteantes. Poderes que vão sendo disponibilizados à medida que Cole progride na estória, assim como vai definindo a sua personalidade, mais uma vez numa cadência que encaixa como uma luva nos acontecimentos em New Marais. Quando o jogo parece estar a cair na monotonia, este dá-nos um novo poder, uma nova área para explorar, um novo inimigo ou até um novo boss. inFamous parece quase capaz de nos ler a mente, dizendo-nos: queres algo novo? toma lá&#8230;</p>
<p>Algo novo é talvez a melhor expressão para definir a plot principal. The Beast está a caminho de New Marais e Cole McGrath precisa de se transformar em algo novo para o poder defrontar, basicamente a aventura de Cole nesta cidade prende-se com a busca de poder que lhe é concedido sempre que este absorve umas pedras lilás, repletas de energia, denominadas de Blast Cores. Cada novo Blast Core dará um novo nível de poder a Cole e ele precisa de 6. Parece pouco, mas demoraremos dezenas de horas até os juntar a todos e após isso ainda teremos de lidar com The Beast, um titã que impõem respeito só pelo tamanho antes sequer de mostrar o seu imenso poder. Em <strong>inFamous</strong> Cole tinha a ajuda pessoal de Zeke, seu grande amigo de infância e ajuda à distância de Moya agente do FBI que mais não fazia que dar ordens, sendo Zeke um mero humano, escusado será dizer que Cole era na verdade um herói completamente solitário, pois em New Marais, não lhe faltam amigos, Zeke voltou e agora com um papel bem mais activo, ele é o Scout, informador e planeador da equipa, mas continua a participar de forma muito pouco activa nas missões, afinal é só humano. Para o ajudar activamente teremos Kuo e Nix. Duas Conduit (nome dado a pessoas com poderes especiais em inFamous) que irão acompanhar e ajudar activamente Cole na sua demanda. Nix com uma espécie de poder negro semelhante ao que vimos no jogo <strong>The Darkness</strong> e Kuo com o poder de controlar o gelo, participarão em dezenas de missões ao lado do nosso herói não só a distribuir pancada ao lado de Cole mas como usando em conjunto os seus poderes com os poderes eléctricos de McGrath, ao ponto que a certo momento do jogo Cole poderá ganhar parte dos poderes destas duas personagens. Vem daí os poderes gelados de Cole que deixaram surpresos todos aqueles que estiveram atentos aos traillers e vídeos que foram sendo disponibilizados antes do lançamento do jogo. Estas duas personagens servem ainda como uma espécie de Ying &amp; Yang, de anjo e diabo nos ombros de Cole, tentando precipitá-lo para escolhas de Karma positivo ou negativo e é aqui que começa o grande defeito de <strong>inFamous 2</strong>, ainda mais, talvez, que no anterior jogo.</p>
<p>As escolhas em si poderão realmente colocar-nos num dilema contudo os efeitos práticos são quase nulos, tão nulos que momentos antes do final temos a escolha, se o desejar-mos, de assim do nada, mudar-mos por completo o nosso Karma. Isto elimina completamente a sensação que as nossas escolhas terão consequências, porque afinal não têm nenhumas, não graves pelo menos. A única consequência das nossas escolhas no mundo é o facto de sermos aplaudidos ou vaiados na rua e aspecto de Cole, que vai-se alterando conforme estamos mais perto da luz ou da escuridão. Por cada decisão que tomemos a favor da Kuo a Nix fica extremamente chateada e desaparece-nos, mas a raiva dura pouco na missão seguinte está de volta para nos tentar fazer novamente a cabeça e mesmo face uma segunda nega ela volta para uma terceira e para uma quarta e para uma quinta, etc&#8230; pergunto-me então, para que nos colocam duas faces da mesma moeda quando esta cai sempre para o lado que queremos? As escolhas de Karma, ou por outra, as escolhas morais deste jogo são uma boa adição mas sem qualquer consequência ou praticabilidade de fundo, até porque este jogo sofre do mesmo mal que tantos outros de mundo aberto, uma estória algo vazia e simples e uma incapacidade que o jogador tem de se ligar emocionalmente às personagens. O pior é que estes aspectos conseguem estar piores que no primeiro jogo. O primeiro jogo vai ficar na memória de muitos pela incrível reviravolta que dá no final e Kessler será um nome a recordar por muitos sempre que falarem de vilões de videojogos com os amigos. Em <strong>inFamous 2</strong> não existem surpresas na Plot, tudo é muito linear e até cliché e The Beast só é grande em tamanho, pelo meio temos um outro arqui-rival que dá pelo nome de Bertrand, contudo ficar conhecido como um velhote Emo com uma crise de identidade não lhe será muito favorável. Zeke continua a ser um side-kick com certa piada e Kuo e Nix, devido ao que foi explicado atrás, não fazem qualquer mossa, boa ou má, no jogador e são completamente descartáveis.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-4.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/infamous-2-4.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-627" /></a></p>
<p>Palavras finais para o grande salto visual que <strong>inFamous 2</strong> deu em relação ao anterior episódio. Sem aprofundar, basta dizer que estamos na presença de um dos jogos de mundo aberto mais bonitos desta geração.</p>
<p>Concluindo, não fosse uma cidade tão viva, com literalmente milhares de coisas para fazer, ainda mais quando temos acesso a missões planeadas por outros jogadores como nós, com adversários que dão gosto deitar por terra, um super-herói versátil em todos os sentidos provavelmente desistiríamos a meio levados pelo vazio da plot. Em suma <strong>inFamous 2</strong> é mais, maior, melhor que <strong>inFamous</strong> mas a Sucker Punch concentrou-se tanto na cidade e no que a rodeia que se esqueceu que um bom enredo poderia ter feito de um grande jogo, que o é este segundo episódio de <strong>inFamous</strong>, em algo simplesmente grandioso.</p>
<p><strong>Classificação: 8/10</strong></p>
<p><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5SA5bLMlzCA">www.youtube.com/watch?v=5SA5bLMlzCA</a></p> </p>
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		<title>Música da Semana #17 &#8211; The Legend of Zelda 25th Anniversary Orchestra</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 00:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Legend of Zelda]]></category>
		<category><![CDATA[Musica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova edição da rubrica Música da Semana, e para hoje trouxe-vos um tema digno de se ouvir caso se considerem jogadores da velha guarda&#8230; Pertencente à banda sonora referente a vários jogos da saga Legend of Zelda, este tema ilustra bem o carácter épico que caracteriza os jogos desta serie, bem como o excelente nível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/11/15/musica-da-semana-17-the-legend-of-zelda-25th-anniversary-orchestra/"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png" alt="" width="574" height="193" /></a><br />
<span id="more-597"></span></p>
<p>Nova edição da rubrica <strong>Música da Semana</strong>, e para hoje trouxe-vos um tema digno de se ouvir caso se considerem jogadores da velha guarda&#8230;</p>
<p>Pertencente à banda sonora referente a vários jogos da saga <strong>Legend of Zelda</strong>, este tema ilustra bem o carácter épico que caracteriza os jogos desta serie, bem como o excelente nível qualitativo que já é uma das imagens de marca da <strong>Nintendo</strong> nos seus jogos, e nestes em particular.</p>
<p>Desfrutem e até à próxima edição&#8230;</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/Gw2cUNquMZc?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=related" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Gw2cUNquMZc">www.youtube.com/watch?v=Gw2cUNquMZc</a></p> </p>
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		<title>Uncharted 3: Drake&#8217;s Deception</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 23:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Ps3]]></category>
		<category><![CDATA[Uncharted]]></category>

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		<description><![CDATA[A principal serie de jogos com estatuto de exclusividade da PlayStation 3 regressa para um capitulo cheio de aventura e mistério. Estaremos perante nova obra-prima? Quem me conhece sabe perfeitamente o enorme carinho que nutro por Uncharted, sendo esta serie um dos principais motivos pelo qual decidi comprar a minha consola da Sony. Mas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/11/07/uncharted-3-drakes-deception/"><img class="aligncenter size-full wp-image-585" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-1.jpg" alt="" width="614" height="331" /></a></p>
<p>A principal serie de jogos com estatuto de exclusividade da <strong>PlayStation 3</strong> regressa para um capitulo cheio de aventura e mistério. Estaremos perante nova obra-prima?<span id="more-584"></span></p>
<p>Quem me conhece sabe perfeitamente o enorme carinho que nutro por <strong>Uncharted</strong>, sendo esta serie um dos principais motivos pelo qual decidi comprar a minha consola da <strong>Sony</strong>. Mas para quem não conhece <strong>Uncharted</strong> (um sacrilégio), eu posso referir que estamos perante uma trilogia que segue os passos de Nathan Drake, um caçador de tesouros muito ao estilo de Indiano Jones, cujo grande interesse prende-se com a sua obsessão pela descoberta de segredos nos mais variados cantos do planeta.<br />
Enquanto que no primeiro jogo, a busca pelo mitico tesouro perdido do El Dorado cobre maior parte do enredo do jogo, no grandioso segundo capitulo, a trama gira em torno da procura da Pedra Cintamani, que pensa-se perdida na mítica cidade de Shambhala (mais conhecida como Shangri-La).<br />
Vencedor de inúmeros premios &#8220;Game of the Year 2009&#8243;, <strong>Uncharted 2 Among Thieves</strong> estabeleceu uma nova marca no futuro desta serie, sendo que o peso da responsabilidade neste terceiro capitulo é enorme, visto que estamos a falar porventura no jogo mais aguardado para o final deste ano.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-586" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-2.jpg" alt="" width="614" height="331" /></a></p>
<p><strong>Uncharted 3: Drake&#8217;s Deception</strong> arranca assim com este &#8220;peso nos ombros&#8221;, e embora a parte inicial seja algo mais calma e relaxante, posso revelar com toda a convicção que estamos perante o jogo mais &#8220;maduro&#8221; da serie. Sem querer entrar em muitos detalhes sobre a (excelente) história, devo referir que neste capitulo, Drake irá partir para uma enorme viagem cujo objectivo é o de descobrir a lendária Atlantis das Areias, e perceber até que ponto esta cidade está interligada com algo do seu passado e mais concretamente com o passado de Francis Drake. Aliás, a história está de tal maneira bem elaborada que no jogo iremos ter possibilidade de perceber mais sobre o passado de Nathan Drake e da relação do mesmo com Victor Sullivan, e descobrir também a razão pela qual Katherine Marlowe parece conhecer tão bem os nosso &#8220;heróis&#8221;, enquanto tenta a todo custo atingir o objectivo de descobrir a lendária cidade perdida.</p>
<p><strong>Uncharted 3: Drake&#8217;s Deception</strong> é acima de tudo uma enorme experiência a solo. Munido de um grafismo ímpar na história da <strong>PlayStation 3</strong>, este titulo consegue apresentar um visual de luxo com enorme destaque para a grande variedade de locais a visitar no jogo. É certo que enquanto no primeiro jogo visitamos essencialmente uma zona rica em selvas e florestas na América do sul, e no segundo capitulo viajamos para as zonas gélidas dos Himalaias, neste terceiro capitulo o grande destaque vai para os níveis ocorridos em pleno deserto Rub &#8216;al Khali, com pormenores tão deliciosos como a fisica da areia, e as ondas de calor, que simulam com grande realismo a sensação de viajar em pleno deserto.<br />
Mas não é só pelo deserto que viajaremos, visto que podem contar com níveis ocorridos em Londres com destaque para os efeitos climatéricos como a chuva, ao passo que no nível ocorrido em França iremos &#8220;saborear&#8221; a sensação de fugir a um enorme incêndio, sendo que aqui os pormenores do fogo e dos objectos sendo queimados além de influenciarem a jogabilidade, permitem-nos ter uma percepção diferente do mesmo tipo de cenário mas com modificações ocorridas em tempo real.<br />
Só que referir o grafismo das diversas localizações, e não mencionar o nível ocorrido a bordo de um cruzeiro, era um enorme pecado. Caso já tenham assistido ao video apresentado na E3 deste ano, podem ter uma pequena ideia do que refiro, mas acreditem quando digo que até hoje ainda não experimentei uma secção jogavél de tamanho nível gráfico e técnico como a parte inicial deste capitulo. Tudo o que vemos está incrivelmente detalhado e coerente, seja o oceano em perfeita fúria perante a tempestade que ocorre entretanto, bem como a oscilação do enorme navio que acompanha todas e quaisquer ondas que possamos ver sempre que paramos a personagem numa das bordas do navio para apreciarmos o cenário, acabando na quantidade de objectos que &#8220;vagueiam&#8221; pelo navio influenciando a jogabilidade, visto que nem sempre estaremos seguros atrás de qualquer caixa, pois estamos sempre sujeitos a que qualquer oscilação nos altere por completo os planos para a abordagem às situações ocorridas neste capitulo. Muito bom, e bem exemplificativo do nível de qualidade atingido por este jogo.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-587" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-3.jpg" alt="" width="614" height="331" /></a></p>
<p>Em termos de jogabilidade, quem já tiver jogado as prequelas, sabe perfeitamente com o que contar neste jogo. Basicamente poderemos carregar apenas 2 armas, sendo que teremos acesso a quaisquer umas que se apresentem no cenário, ou então junto aos corpos dos adversários abatidos, ao passo que o sistema de cobertura continua igualmente eficaz, sendo a grande referencia para a abordagem dos diversos tiroteios. Tudo muito igual, visto não haver grande necessidade de mudanças bruscas na jogabilidade, sendo que neste jogo a principal novidade vai para o novo sistema de combate &#8220;um-contra-um&#8221; que será usado para a resolução de um grande numero de situações. Já na parte de resolução dos puzzles, a abordagem ao clássico caderno de notas de Drake será novamente a nossa principal &#8220;arma&#8221; para podermos superar alguns desafios de lógica que encontraremos, sendo que alguns considero bastante bem conseguidos por parte da produtora.</p>
<p>Na parte sonora, podem contar com a linha habitual da serie, com um conjunto de musicas orquestrais bastante bem elaboradas, bem como um sistema de dialogo bastante bom com destaque para os actores que dão voz às personagens principais. Pessoalmente joguei o jogo com dobragem em português e verdade seja dita, gostei bastante da experiência embora continue a achar as vozes originais superiores. Mas se todos os jogos dobrados seguirem a linha deste acredito que futuramente conseguiremos ter trabalhos de (ainda maior) qualidade.</p>
<p>Além do modo história, o jogo possui ainda a vertente Multiplayer que apesar de ainda não ter sido testado por mim, acredito que segundo o feedback recolhido por um conjunto de pessoas cuja opinião prezo muito, deverá manter o nível de qualidade do jogo anterior. Futuramente tentarei fazer uma breve consideração sobre este modo de jogo, visto que além de muito importante para mim enquanto jogador, foi também alvo de bastante atenção por parte da produtora, o que poderá nos remeter para um nivel qualitativo superior.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-588" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/11/uncharted-3-4.png" alt="" width="614" height="331" /></a></p>
<p><strong>Uncharted 3: Drake&#8217;s Deception</strong> é um titulo fantástico para qualquer possuidor de uma consola <strong>Sony</strong>, mesmo que não nutra grande simpatia pelo género acção/aventura. Aliando conceitos incluídos nos jogos anteriores e elevando-os a uma fasquia altíssima, a <strong>Naughty Dog</strong> consegue aqui atingir o pico da excelência em termos de videojogos, e apresentar aquele que para mim é até ao presente momento o melhor jogo que tive oportunidade de jogar este ano. É certo que deverão haver alguns exemplos de títulos que sejam igualmente bons, e até que suplantem este em alguns aspectos, mas se dependesse de mim ninguém poderia ser considerado jogador sem ter experimentado esta obra-prima.<br />
Os meus sinceros parabéns à <strong>Naughty Dog</strong> por oferecer-me um jogo deste calibre, e já agora se não for pedir muito, que não demorem muito até lançar o próximo capitulo&#8230;</p>
<p><strong>Classificação: 10/10</strong></p>
<p><strong>Autor: Hugo Bessa</strong></p>
<p><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dJuyv_ckh98">www.youtube.com/watch?v=dJuyv_ckh98</a></p> </p>
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		<title>Música da Semana #16 &#8211; Prince of Persia Warrior Within</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2011 22:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre adorei OST&#8217;s que tivessem elementos da música rock. E se a esse estilo de jogo, misturar alguns elementos da música árabe, o cocktail seria certamente ideal. E foi claramente por estas razões que Prince of Persia Warrior Within, é considerado por mim como um dos videojogos com melhor banda sonora de sempre. Caso queiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/10/22/musica-da-semana-16-prince-of-persia-warrior-within/"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png" alt="" width="574" height="193" /></a><br />
<span id="more-580"></span></p>
<p>Sempre adorei OST&#8217;s que tivessem elementos da música rock. E se a esse estilo de jogo, misturar alguns elementos da música árabe, o cocktail seria certamente ideal.</p>
<p>E foi claramente por estas razões que <strong>Prince of Persia Warrior Within</strong>, é considerado por mim como um dos videojogos com melhor banda sonora de sempre. Caso queiram comprovar até que ponto concordam com a minha opinião, é só assistir ao exemplo que coloco.</p>
<p>Abraço&#8230;</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/e7tr4hVY7Ig?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=related" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=e7tr4hVY7Ig">www.youtube.com/watch?v=e7tr4hVY7Ig</a></p> </p>
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		<title>Fifa 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Fifa]]></category>
		<category><![CDATA[Ps3]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[Xbox360]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de começar esta análise, convém revelar que já não jogo há uns anos uma versão deste simulador da EA Sports, pelo que a decisão da compra da versão deste ano além de ser altamente ponderada, foi em em certa parte uma espécie de 2ª oportunidade para um jogo que começava a desapontar-me nas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.wordpress.com/2011/10/14/fifa-2012/"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/fifa-2012-1.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-570" /></a></p>
<p>Antes de começar esta análise, convém revelar que já não jogo há uns anos uma versão deste simulador da <strong>EA Sports</strong>, pelo que a decisão da compra da versão deste ano além de ser altamente ponderada, foi em em certa parte uma espécie de 2ª oportunidade para um jogo que começava a desapontar-me nas mais diversas características. Mas como andava a gostar do que via nos videos que circulavam pela net, decidi comprar então este ano, e agora irei revelar-vos a minha opinião sobre o que pude experimentar.<span id="more-566"></span></p>
<p>Conhecido mundialmente pela quantidade absurda de licenças tanto a nível de campeonatos oficiais, como de jogadores reais, <strong>Fifa 2012</strong> apresenta-se este ano como uma versão bastante sólida da experiência que foi ganhando com as versões passadas, especialmente pelo facto de conseguir apresentar um produto interessante, bastante jogável, e incrivelmente desafiante. Aliás, atrevo-me a referir que nunca tinha visto um simulador futebolístico com uma dificuldade tão grande, isto claro está se jogarem no modo profissional ou lendário, apesar dos mais inexperientes poderem sentir o mesmo no nível normal do jogo. Mas se a dificuldade é elevada, o mesmo não poderei dizer da curva de aprendizagem deste titulo, pois ao incluir um tutorial bastante intuitivo e um modo de treino crucial e exemplificativo de todos os detalhes do jogo, arrisco-me a dizer que só não aprende a jogar este Fifa quem não quiser.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/fifa-2012-2.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/fifa-2012-2.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-571" /></a></p>
<p>Mas se esta dificuldade era por si só, motivo de satisfação e de desafio para os jogadores, o acréscimo da denominada Defesa Táctica vem acrescentar à edição deste ano do simulador da <strong>EA Sports</strong> o toque de Midas que esta saga estava a precisar, visto que permite aos jogadores calcular com mais precisão o timing ideal para os desarmes, alem de evitar aquela sensação tão normal neste tipo de jogos, de que estamos a jogar sozinhos apenas contra uma IA que reage consoante os nossos movimentos. É justo referir que agora mais que nunca é necessário saber mais sobre futebol e sobre as regras do mesmo, e ter em conta que em campo estão duas equipas ao invés da nossa contra a IA, numa clara novidade que vem acrescentar qualidade e detalhe aos encontros já por si exigentes e bastante tácticos.<br />
Posso afirmar sem qualquer tipo de ressentimento ou vergonha, que foram várias as situações complicadas com que me deparei durante os jogos, tendo por vezes que recorrer a tácticas defensivas de modo a poder segurar resultados favoráveis, algo que nunca fazia em versões passadas deste simulador (bem como de outros).</p>
<p>Em termos de modos de jogo, além dos habituais campeonatos, jogos de taça e amigáveis, o destaque deste ano vai direitinho para o excelente modo carreira que permite-nos criar um jogador de raiz e inclui-lo na nossa equipa favorita, de modo a poder evolui-lo consoante as nossas proezas ou boas prestações em jogos. Tudo o que consigamos fazer de bom é motivo de &#8220;upgrade&#8221; para o nosso jogador, o que por sinal só incentiva à progressão do mesmo para o nível máximo ou até mesmo para a possível incursão em equipas mais competitivas. Alem disto, é possível optar também por um modo treinador que apesar de não ter o grau de complexidade de um <strong>Football Manager</strong>, consegue estar bem desenvolvido oferecendo-nos todo o tipo de opções básicas neste género de jogo.<br />
Mas se isto era já suficiente para termos jogo por muito tempo, devo confessar que a cereja no topo do bolo está no online, mais concretamente nos modos Ultimate Team e nos campeonatos online que passarei a explicar.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/e281adfifa-2012-4.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/e281adfifa-2012-4.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-573" /></a></p>
<p>O Ultimate Team é um modo de jogo exclusivamente online patente numa mecânica de compra e venda de jogadores (que nos são apresentados num formato de cartões com a imagem dos mesmos) através de leilão ou da loja oficial do jogo, que incentiva-nos a construir a melhor equipa possível consoante o dinheiro ganho com as nossas vitórias em jogos ou até torneios. Pensem um pouco num RPG, mas em que em vez de evoluírem personagens, têm que evoluir uma equipa de futebol.<br />
De inicio é-nos dada uma equipa fraca de jogadores reais e algum dinheiro em caixa para possíveis alterações, mas com o tempo somos obrigados a ter que competir e vencer desafios de modo a poder-mos comprar cartões de renovação de contratos para podermos ter disponíveis os melhores jogadores pelo máximo de tempo possível, ou até cartões de recuperação de lesões, visto que estas são uma constante mediante a dureza dos jogos ou até mesmo o cansaço derivado da excessiva utilização da mesma equipa-base. É complicado explicar em palavras o quão diversificado torna-se ao fim de um tempo este modo de jogo, mas acreditem que o vicio consegue ser bastante, mais não seja pela necessidade que sentimos de possuir um plantel cada vez mais rico de modo a poder competir em torneios online mais difíceis, mas também mais valiosos em termos de recompensas, ou então para podermos &#8220;vingar-nos&#8221; de uma derrota contra uma equipa mais forte. E acreditem que isto irá acontecer-vos varias vezes.<br />
Noutro patamar, temos os habituais amigáveis online, com a contrapartida de aqui existir uma variante com 10 divisões que incentivam-nos a obter um determinado numero de vitórias para podermos competir numa divisão superior com adversários bem mais capazes, ao passo que uma sequência de derrotas leva-nos invariavelmente para uma descida penosa de divisão e consequente frustração pela situação vivida. Simples, interessante e bem divertido.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/fifa-2012-3.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/10/fifa-2012-3.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-572" /></a></p>
<p>Em termos técnicos, podem contar com os parâmetros habituais da saga <strong>Fifa</strong>, tanto ao nível gráfico com expressões faciais boas, animações muito bem conseguidas e um repertório de estádios e sequências de entrada e saída de jogadores do melhor que já se fez nesta industria, bem como uma enorme variedade de câmaras de jogo que satisfaz todo o tipo de jogadores. Já no campo sonoro, a juntar à excelente banda sonora, podem contar com uma localização para Português bem conseguida, pecando apenas em alguns comentários dos relatadores que ao fim de um tempo tornam-se repetitivos e algo desenquadrados da acção. </p>
<p><strong>Fifa 2012</strong> é um óptimo jogo de simulação futebolística. É certo que quem adora <strong>Pro Evolution Soccer</strong> irá continuar com a sua opinião formada, podendo também dizer o mesmo dos fãs de <strong>Fifa</strong>, mas seja feita justiça ao trabalho da <strong>EA Sports</strong>, visto que na edição deste ano do seu simulador arriscaram em alguns aspectos e atingiram o objectivo proposto. Por vezes somos os primeiros a criticar a falta de novidades ou a falta de inovação em algumas series míticas, mas também devemos ser os primeiro a elogiar quando as produtoras arriscam bem, e nesta caso a <strong>EA Sports</strong> arriscou e conseguiu o seu objectivo, por isso da minha parte estão de parabéns.</p>
<p><strong>Classificação: 9/10</strong></p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/istUJhYecmI?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=istUJhYecmI">www.youtube.com/watch?v=istUJhYecmI</a></p></p>
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		<title>Música da Semana #15 &#8211; HeadHunter</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 12:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um pequeno atraso em relação à ultima publicação, esta edição da Música da Semana é marcada por um tema original, saído directamente de um dos meus jogos favoritos da Dreamcast. Lançado no final de vida da ultima consola da Sega, HeadHunter apresenta-se como uma aventura na 3ª pessoa que prima pelo excelente enredo apresentado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png" alt="" width="574" height="193" /></a><br />
<span id="more-562"></span></p>
<p>Com um pequeno atraso em relação à ultima publicação, esta edição da <strong>Música da Semana</strong> é marcada por um tema original, saído directamente de um dos meus jogos favoritos da <strong>Dreamcast</strong>.</p>
<p>Lançado no final de vida da ultima consola da <strong>Sega</strong>, <strong>HeadHunter</strong> apresenta-se como uma aventura na 3ª pessoa que prima pelo excelente enredo apresentado, bem como pela procura de inspiração em clássicos como <strong>Metal Gear Solid</strong>, especialmente pela mecânica de jogo que é claramente influenciada pela sucesso da saga da <strong>Konami</strong>.</p>
<p>Mas como qualquer jogo que aspire a ser algo mítico nesta área, <strong>HeadHunter</strong> não fugiu à excepção, e ao apresentar uma banda sonora orquestral digna de ser escutada por quem goste de boa música, conseguiu por um lado tornar-se como fonte de inspiração para outros titulos que lhe seguiram, ao passo que permitiu também a Richard Jacques afirmar-se como um dos melhores produtores musicais dos ultimos tempos.</p>
<p>Apreciem este tema, e caso gostem, porque não visitar a página oficial de Richard Jacques que encontra-se neste <a href="http://www.richardjacques.com/" title="link">link</a>.</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/FPw3TXUuHgY?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=related" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=FPw3TXUuHgY">www.youtube.com/watch?v=FPw3TXUuHgY</a></p> </p>
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		<title>Música da Semana #14 &#8211; Xenoblade Chronicles</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 21:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Musica da Semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a tradição de trazer bons exemplos de algumas bandas sonoras de videojogos, decidi que esta semana iria presentear-vos com este exemplo vindo do mais recente RPG da Wii, que além de ser um autentico vicio à moda antiga, possui também uma OST digna de ser ouvida por quem goste de boas melodias. Concretamente, esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/04/musica-da-semana1.png" alt="" width="574" height="193" /></a><br />
<span id="more-558"></span></p>
<p>Continuando a tradição de trazer bons exemplos de algumas bandas sonoras de videojogos, decidi que esta semana iria presentear-vos com este exemplo vindo do mais recente RPG da <strong>Wii</strong>, que além de ser um autentico vicio à moda antiga, possui também uma OST digna de ser ouvida por quem goste de boas melodias.</p>
<p>Concretamente, esta música é apresentada pela primeira vez quando chegamos à Colony 9, uma das áreas civilizadas do jogo, e demonstra um estilo e sonoridade que &#8220;entram no ouvido&#8221; sem qualquer tipo de dificuldade.</p>
<p>Apreciem e até à próxima edição&#8230;</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/WYkmn347wsY?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=related" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WYkmn347wsY">www.youtube.com/watch?v=WYkmn347wsY</a></p> </p>
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		<title>Athlete Kings [1994]</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 23:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hbessa84</dc:creator>
				<category><![CDATA[Máquina do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Retro]]></category>
		<category><![CDATA[Sega]]></category>

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		<description><![CDATA[Andava eu distraído (e entretido) a jogar Wii Sports, quando dei por mim a recordar-me de um jogo mítico que saiu à muitos anos para a velhinha Sega Saturn, e que foi sem duvida o grande responsável por algumas das tardes mais bem passadas em familia. Falo claro está do conhecido Decathlete, que viria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-1.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-1.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-549" /></a></p>
<p>Andava eu distraído (e entretido) a jogar <strong>Wii Sports</strong>, quando dei por mim a recordar-me de um jogo mítico que saiu à muitos anos para a velhinha <strong>Sega Saturn</strong>, e que foi sem duvida o grande responsável por algumas das tardes mais bem passadas em familia.<span id="more-548"></span> Falo claro está do conhecido <strong>Decathlete</strong>, que viria a chamar-se na Europa pelo nome de <strong>Athlete Kings</strong>, cuja essência tentarei descrever em poucas palavras nesta edição da <strong>Máquina do Tempo</strong>.</p>
<p>Lançado numa época em que as Arcadas faziam furor em vários países, especialmente devido a vários casos de títulos de sucesso produzidos pela <strong>Sega</strong> para as mesmas, <strong>Athlete Kings</strong> destacou-se dos demais pela facilidade de controlos que permitia a qualquer tipo de jogador tirar o melhor partido do jogo, contribuindo assim para uma enorme diversão criada em sessões multiplayer, muito por culpa do sistema de pontuação que favorecia as &#8220;picardias&#8221; em redor das melhores marcas nas diversas modalidades.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-2.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-2.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-550" /></a></p>
<p>Com um total de 10 provas, <strong>Athlete Kings</strong> provou ser um titulo diferente no catalogo da <strong>Saturn</strong>, que ao conseguir boas notas por parte da critica especializada catapultou-se para um lugar de destaque, e provando que era possível fazer bons jogos desportivos, sem retirar um o realismo inerente a cada prova. Ainda hoje não me sai da memória as discussões criadas graças aos recordes batidos por milésimos de segundo, numa clara prova do quão interessante e viciante o jogo tornava-se aquando jogado em conjunto com outros jogadores.</p>
<p><a href="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-3.jpg"><img src="http://startlevel.files.wordpress.com/2011/09/athlete-kings-3.jpg" alt="" width="614" height="331" class="aligncenter size-full wp-image-551" /></a></p>
<p>É certo que hoje em dia não faltam exemplos deste tipo de jogos, e concretamente o <strong>Wii Sports</strong> conseguiu de uma maneira original mas igualmente viciante, restaurar as tardes de vicio passadas com este titulo da <strong>Sega</strong>. Mas como não há amor como o primeiro, ainda hoje trago óptimas recordações deste <strong>Athlete Kings</strong>, e acredito que poucos serão os titulos que irão superar este da minha lista pessoal dos melhores &#8220;party-games&#8221; da história dos videojogos.</p>
<p>Obra prima&#8230;</p>
<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/y_NfKtewiq8?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=y_NfKtewiq8">www.youtube.com/watch?v=y_NfKtewiq8</a></p> </p>
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