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	<title>Retrógrado &#187; tempo</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>[Curtas] Areias do Tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho andado a jogar o Prince of Persia: Sands of Time, e realmente o conceito das &#8220;Areias do Tempo&#8221; é algo realmente interessante. Seguramente tería-me poupando bastantes vidas inutilmente perdidas em vários videojogos. A Ciência que desenvolva isto. PS: Ontem fui à cabeleireira e pedi um penteado parecido ao Prince of Persia do último [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho andado a jogar o Prince of Persia: Sands of Time, e realmente o conceito das &#8220;Areias do Tempo&#8221; é algo realmente interessante. Seguramente tería-me poupando bastantes vidas inutilmente perdidas em vários videojogos. A Ciência que desenvolva isto.</p>
<p>PS: Ontem fui à cabeleireira e pedi um penteado parecido ao Prince of Persia do último jogo. :3 Falta-me fazer a barba.</p>
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		<title>Diz-me porque é que jogas Retro?</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 22:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pensando na questão&#8230; &#8220;Ah e tal, porque é que jogas retro?&#8221;. Esse foi o motivo que desencadiou a minha mais recente crónica semanal no FNintendo, a qual já irei mencionar. Mas decidi&#8230; &#8220;por pimenta&#8221; na pergunta. Conforme explicitei na crónica, as respostas bastante mais comuns são sempre as mesmas&#8230;&#8221; &#8220;Porque é que jogas jogos antigos?&#8221;. Poderia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando na questão&#8230; &#8220;Ah e tal, porque é que jogas retro?&#8221;.</p>
<p>Esse foi o motivo que desencadiou a minha mais recente crónica semanal no FNintendo, a qual já irei mencionar.</p>
<p>Mas decidi&#8230; &#8220;por pimenta&#8221; na pergunta. Conforme explicitei na crónica, as respostas bastante mais comuns são sempre as mesmas&#8230;&#8221; <em>&#8220;Porque é que jogas jogos antigos?&#8221;. Poderia sempre optar pelas respostas mais comuns que existem para esta pergunta: &#8220;Porque é fixe.&#8221;, &#8220;Porque era cachopo.&#8221;, &#8220;Porque os jogos não eram feitos para os altes gráfiques&#8221;, &#8220;Porque sai mai&#8217; barato!&#8221;, ou enumerar uma catrefada de jogos de sucesso como se fosse uma resposta conclusiva(&#8230;)&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center"><em><img class="aligncenter" src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/Artigos/topbanner1.png" alt="" width="435" height="180" /></em></p>
<p style="text-align:left">A modos que meditei e compilei toda uma lista de 20 respostas minhas a esta pergunta e pedi a todos os leitores que também contribuíssem com alguns argumentos sobre o tema.</p>
<p style="text-align:left"><a href="http://fnintendo.net/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=4986:no-meu-tempo-e-que-era-cronica-20-20-boas-razoes-para-jogar-retro&amp;catid=62:cronicas&amp;Itemid=129">Link para a Crónica Completa</a></p>
<p style="text-align:left">Se quiserem participar e colaborar também, podem comentar nesta entrada do Blog, ou no fórum do FNintendo -&gt; <a href="http://fnintendo.net/forum/cronicas/(no-meu-tempo-e-que-era!)-cronica-20-20-boas-razoes-para-jogar-retro/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[No Meu Tempo é Que Era!] &#8211; Crónica 15</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 01:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónica]]></category>
		<category><![CDATA[era]]></category>
		<category><![CDATA[fnintendo]]></category>
		<category><![CDATA[link's awakening]]></category>
		<category><![CDATA[pollux]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma crónica para o FNintendo, esta é a Crónica nº 15, no qual sigo a linha de relatos de situações do meu passado relativo aos videojogos. Desta feita, relato como conheci uma das minhas séries preferidas, The Legend of Zelda, e tudo o que aconteceu à volta da minha primeira compra da série: Link&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left"><img class="aligncenter" src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/Artigos/topbanner1.png" alt="" width="435" height="180" /><br />
Mais uma crónica para o FNintendo, esta é a Crónica nº 15, no qual sigo a linha de relatos de situações do meu passado relativo aos videojogos. Desta feita, relato como conheci uma das minhas séries preferidas, The Legend of Zelda, e tudo o que aconteceu à volta da minha primeira compra da série: Link&#8217;s Awakening.</p>
<p style="text-align:left">Segue-se um excerto, seguido da ligação para o artigo completo:</p>
<p style="text-align:left"><em>Seguindo a linha da Crónica nº13. Era pequeno e não seguia qualquer tipo de imprensa ou crítica aos videojogos e, verdade seja dita, na altura não ligava nenhuma, mesmo que tivesse acesso.<br />
As minhas escolhas de jogos resumiam-se às caixas que achava mais interessantes no Continente ou no Jumbo, juntar 7.000$00, ou 8.000$00 e depois repetir o demoroso ciclo.</p>
<p>Não me recordo com muita exactidão, talvez tenha sido num aniversário, ou num Natal qualquer (já que são os dois próximos, possivelmente terá sido no Natal de 1999) que uma tia me deu a única nota que eu viria a ter de 10 contos, com a carismática cara do Infante D. Henrique.<br />
Como celebração, teria que, desta vez, escolher um jogo especial para me &#8220;ver livre&#8221; daquele pedaço de papel.</p>
<p>Foi nessa altura que tomei conhecimento de uma interessantíssima (na altura) loja que tinha videojogos. Em frente ao Elevador de Santa Justa, encontrei na Pollux (depois de subir nove custosos andares pelas escadas) um dos maiores leques de jogos à venda que tinha visto até à altura. Posteres, consolas para experimentar (infelizmente, desligadas &#8211; e o ar de quem chupa limões de manhã da senhora lá atrás não me deu confiança para lhe ir pedir para ligar), Nintendo 64, Playstations, jogos e jogos e jogos de Game Boy, acessórios que jamais tinha visto. Tornei-me cliente da Pollux durante os 3 ou 4 anos em que a minha mãe trabalhou na Baixa e eu ocasionalmente a estorvav&#8230; chateav&#8230; acompanhava.</em></p>
<p style="text-align:left">
<p style="text-align:left"><a href="http://fnintendo.net/forum/cronicas/(no-meu-tempo-e-que-era!)-cronica-15-uma-cronica-diferente-(parte-ii)-t10384/">Artigo completo aqui.</a></p>
<p>O artigo que mais me chamou a atenção na altura foi uma edição especial que desconhecia da Nintendo 64 com um Pikachu. Para já, nunca tinha visto uma, e como o comando era esquisito &#8211; e de facto, ainda hoje o considero um pouco.
</p>
<p style="text-align:center">
<p style="text-align:center">
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		<title>Análise: Prince of Persia (MS-DOS)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/10/10/analise-prince-of-persia-ms-dos/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1989]]></category>
		<category><![CDATA[80s]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
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		<description><![CDATA[Prince of Persia Ano: 1989 Plataforma:Computador (MS-DOS) Género: Plataformas Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, para a outra next-gen e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prince of Persia</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1989</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Computador (MS-DOS)</p>
<p><strong>Género: </strong>Plataformas</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://oldgameszine.files.wordpress.com/2008/12/red-box1.jpg" alt="" width="300" height="383" /></p>
<p>Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, <span style="text-decoration:line-through">para a outra next-gen</span> e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de uma série, ou da prévia trilogia que incluía: The Sands of Time, The Two Thrones e Warrior Within, salvo erro. O que muitos desconhecem é que a mítica série tem um razoável historial na história dos videojogos.</p>
<p>Prince of Persia, nos anos 80, foi criado para os computadores da altura, que, verdade seja dita, não pediam processadores mega-rápidos de 300 Euros, muito menos uma placa gráfica toda xpto, cuja compatibilidade é duvidosa que venha com programas e funções manhosas e Pixel Shaders <em>xis</em> ponto <em>xis</em>. Enfim, naquele tempo não havia mariquices. Nem mariquices, nem grandes equipas. Prince of Persia foi dirigido por Jordan Mechner&#8230; criado por, Jordan Mechner e, senhoras e senhores, desenvolvido por Jordan Mechner. Isso mesmo, um homem que mostrou serviço e fez um jogo que marcou mais um grande passo na história dos videojogos, sem precisar de equipas de 100+ pessoas com departamentos para aquilo e aquilo, sem budgets milionários, nem publicidade em sites e blogs de jogos (Sites? Blogs? O que é isso?), enfim, tempos e tempos.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k">http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k</a></p>
</p>
<p style="text-align:center"><em>Mais divertido e menos barulhento que O Caminho das Índias. For sure!</em></p>
<p style="text-align:left">Neste tempo os jogos ainda não contavam com grandes histórias ou narrativas, aqui encarnamos o amante da princesa que foi raptada pelo sultão Jaffar (não, não é o mauzão da Disney, mas é parecido) e este dá à princesa 60 convenientes minutos para decidir se casa com ele ou não. Resultado, o personagem escapa miraculosamente da prisão e tem o dito tempo para resgatar a moçoila.</p>
<p style="text-align:left">Hoje pode-se olhar para este jogo sem grande espanto, como se de um jogo regular de plataformas se tratasse, no entanto, era sofisticado para 89. Os gráficos eram fluídos, bem desenhados e coerentes.</p>
<p style="text-align:left">A sonoridade, menos desenvolvida, cumpria menos que a sua função, resumindo-se a determinados &#8220;clicks&#8221; ou &#8220;beeps&#8221; e, em certas situações de agonia, um tema dramático. O que, verdade seja dita, não ter uma música de fundo regular é algo realista, uma prisão não é um shopping com direito a rádio de fundo.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui08.gamefaqs.com/2183/gfs_45320_2_2.jpg" alt="" width="320" height="200" /><em>Seriously! Quem é que se dá ao trabalho de pregar aquelas coisas ao chão?</em></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são fáceis e intuitivos e rapidamente o jogador se adapta ao jogo, afincando-se a este. Tem também a tarefa de dividir e gerir o tempo limite pelos 12 níveis do jogo, 5 minutos em média por nível, portanto, torna-se importante a experiência que se vai adquirindo em níveis passados para conseguir dar a volta por cima dos desafios seguintes.</p>
<p style="text-align:left">O desafio é constante, as armadilhas são previsíveis mas basta o mínimo descuido para cair nelas, ou cair num buraco, ou mesmo à forma como se gere o tempo pelo jogo &#8211; que, como na IRL, não pára. Bloquear psicologicamente ou ponderar bastante alguma situação em determinado nível custará caro nos 60 minutos que se revelam, afinal de contas, cruéis para o desfecho do jogo. Fora os 12 níveis, não há muito a acrescentar, se apetecer quem sabe, fazer uma corrida consigo própria, tentando superar recordes prévios.</p>
<p style="text-align:left">Um jogo importante e divertido para os computadores mais antigos, sendo, por volta do mesmo tempo reeditado para múltiplas plataformas, e mais recentemente para o serviço Live Arcade da XBox 360, originando uma série que dura até aos nossos dias, contando com pouco do original. Vale pela experiência e pela diversão.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>4/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>4/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>2/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>3/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>2/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 46/60 (77%)</p>
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