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	<title>Retrógrado &#187; plataforma</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>[Análise] Super Metroid (SNES)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/11/17/analise-super-metroid-snes/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1994]]></category>
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		<description><![CDATA[Super Metroid Ano: 1994 Plataforma: Super Nintendo (SNES) Género: Acção/Plataforma No balneário feminino dos personagens da Nintendo não existem só princesas. Samus Aran, que, afinal de contas, é uma rapariga loiraça. É a personagem principal de uma série cujo nome retrata uns bicharocos verdes com brains vermelhos e que são piores que mosquitos. Metroid surgiu em 1986 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Super Metroid</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Ano: 1994</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Plataforma: Super Nintendo (SNES)</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Género: Acção/Plataforma</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong><img class="alignnone" src="http://image.com.com/gamespot/images/bigboxshots/1/588741_58852_front.jpg" alt="" width="400" height="289" /></strong></p>
<p style="text-align:left">No balneário feminino dos personagens da Nintendo não existem só princesas. Samus Aran, que, afinal de contas, é uma rapariga loiraça. É a personagem principal de uma série cujo nome retrata uns bicharocos verdes com brains vermelhos e que são piores que mosquitos.</p>
<p style="text-align:left">Metroid surgiu em 1986 para a velhinha NES, e espantou os fãs porque&#8230; porque&#8230; a Nintendo decidira criar um franchise em que o personagem principal era um robô amarelo e vermelho. Qual não é o espanto quando a comunidade descobre que&#8230;  não é um robô! Passados uns anos sai um segundo jogo para o Game Boy, a preto e branco.</p>
<p style="text-align:left">Super Metroid marcou a era SNES, assim como a série Metroid. Era um mecanismo já usado em jogos como Contra, Metal Slug e outros do género. Mas Metroid tinha algo de especial, havia algo de diferente em andar no espaço aos pulinhos e a dar tiros.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui28.gamefaqs.com/219/gfs_49897_2_5.jpg" alt="" width="256" height="224" /></p>
<p style="text-align:left">A aventura decorre no planeta Zebes, para o qual fugira Ridley, o líder dos Space Pirates (arr!) com uma larva Metroid roubada dos laboratórios que colaboram com Samus Aran. Pelo caminho, a Lara Croft espacial da Nintendo terá que derrotar os líderes dos Space Pirates, incluindo o famoso supramencionado Ridley; por fim, a já conhecida Mãe Cerebral será o inimigo final a abater.</p>
<p style="text-align:left">Entre plataformas num planeta com todo o tipo de ambientes e com um mapa vasto, derrotando vários inimigos e andando para frente e para trás em busca do caminho certo, ou do Save Point, quando já está a ficar tarde.  Apanhando pelo caminho, ao estilo de Zelda, vários updates, desde Mísseis mais Hardcore ainda, a diferentes fatos ao poder de andar à velocidade do Sonic.</p>
<p style="text-align:left">Isto tudo num ambiente divertido de jogar à noite sozinho no silêncio, acompanhado de músicas que se associam bem a este efeito e outros temas agradáveis e bons para memorizar. Por mais solitário que o planeta Zebes esteja no espaço, a ausência de luz não é problema, os cenários são bastante agradáveis e coloridos (claro, considerando que estamos num planeta longíquo, não no Mushroom Kingdom), não tornando Super Metroid numa experiência monótona, carregada e/ou enfadonha; tornando-se ocasionalmente escura quando deve ser.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://images.ientrymail.com/wiiblog/metroid.png" alt="" width="256" height="223" /></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são intuitivos e em algum tempo se ganha o jeito a eles, apesar de ser mais comum usar o botão A ou B para disparar. No entanto, é de notar que há uma lista relativamente maior de controlos e combinações, sendo estes adaptados aos upgrades adquiridos ao longo da aventura, podendo, no entanto, tornar-se confuso para os mais iniciados.</p>
<p style="text-align:left">O jogo rapidamente se tornou um sucesso de vendas, assim como garantiu pontuações invejáveis no mundo da imprensa de videojogos. No entanto, a enorme crescente concorrência ofuscou um pouco a popularidade deste jogo no Japão, vendendo pouco neste mercado, o que levou a um salto de 6 anos sem outro jogo de Metroid (até Metroid Fusion, para o GBA) e fazendo com que a consola seguinte da Nintendo, a Nintendo64 não tivesse nenhum jogo protagonizado por Samus Aran.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RXVA_RDzxss">http://www.youtube.com/watch?v=RXVA_RDzxss</a></p>
</p>
<p style="text-align:left">Pessoalmente, considero um jogo interessante e divertido de jogar, assim como, caso fiquemos bloqueados ou já o tenhamos completado pela 10ª vez se torne monótono. Quem procura outro tipo de acção num jogo, tanto poderá ou não encontrá-la em Super Metroid. Nada como experimentar. Há uma diferença na jogabilidade e ambiente entre os Metroid 2D e 3D (sendo ambos positivos), mas que vale sempre a pena experimentar. Foi lançado há quase dois anos para a Virtual Console da Wii.</p>
<p><strong>Pontuação</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Controlos</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Design/Estilo</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Duração</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong> 5/5</p>
<p><strong>História:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Música:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Replay Value</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas</strong>: 54/60 (90%)</p>
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		<title>Análise: Sonic the Hedgehog (SG)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/11/06/analise-sonic-the-hedgehog-sg/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1991]]></category>
		<category><![CDATA[90s]]></category>
		<category><![CDATA[genesis]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[sega]]></category>
		<category><![CDATA[sonic]]></category>

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		<description><![CDATA[Sonic the Hedgehog Ano: 1991 Plataforma: Sega Genesis (SG) Género: Plataforma Finalmente, uma análise dos anos 90, mais precisamente do ano em que nasci, 91. Quem não conhece a mascote da Sega, que tanto rivaliza(ou) com Mario (sobretudo até à queda da Dreamcast)? Este foi o jogo inaugural de uma série actual, apesar de ultimamente muito abalada pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Sonic the Hedgehog</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Ano: 1991</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Plataforma: Sega Genesis (SG)</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Género: Plataforma</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong><img class="alignnone" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/e/e9/Sonic1_box_usa.jpg/256px-Sonic1_box_usa.jpg" alt="" width="256" height="374" /></strong></p>
<p style="text-align:left">Finalmente, uma análise dos anos 90, mais precisamente do ano em que nasci, 91. Quem não conhece a mascote da Sega, que tanto rivaliza(ou) com Mario (sobretudo até à queda da Dreamcast)?</p>
<p style="text-align:left">Este foi o jogo inaugural de uma série actual, apesar de ultimamente muito abalada pela crítica, e da Sonic Team, estreando-se na 16-bits da Sega. Sonic the Hedgehog é considerado dos melhores e mais desafiantes jogos da série. Assim começou a saga do ouriço azul.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CqOlpQ7sepE">http://www.youtube.com/watch?v=CqOlpQ7sepE</a></p>
</p>
<p style="text-align:center"><em>Sonic. Como carregar no botão da direita se tornou fixe!</em></p>
<p style="text-align:left">A mecânica de níveis lembra Super Mario, 6&#215;3=18 níveis para percorrer, bastante mais compridos que os do rival da Nintendo. Havia alguns power-ups, como é exemplo uma barreira temporária. Onde há moedas em Mario, há aneis em Sonic, excepto que estes garantem a segurança do ouriço. Quando Sonic, na sua correria desenfreada, se espeta contra um bicho que convenientemente carrega alguns bicos de aço prontos para perfurar o esqueleto a qualquer descuidado que ali passe, vão-se os anéis todos à vida, que deverão ser recolhidos num ápice. Sonic aleija-se sem ter um único anel e é uma vida a menos.</p>
<p style="text-align:left">Para a altura, a velocidade de Sonic proporcionava uma sensação agradável de adrenalina, arranjando uma nova fórmula de sucesso, que, juntamente com a personalidade da personagem e uma sonoplastia condizentemente agradável, se tornou uma figura bastante carismática do mundo dos videojogos.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/d3/MD_Sonic_the_Hedgehog.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align:left">Sonic vive num mundo de fantasia a cores vivas e atractivas, no qual aparece o Dr. Ovo Estrelado dos Bigodes Farfalhudos que tem como objectivo de vida a obtenção dumas Esmeraldas que lhe farão dominar o mundo. Mwhahahahaha!!11!!!</p>
<p style="text-align:left">Os comandos consistem em acções como mover-se, para a esquerda e para a direita, saltar, e saltar, tudo numa animação bastante fluída, num jogo muito intuitivo e, venha o cliché, fácil de jogar, díficil de dominar. À medida que o bicho vai correndo, a sua velocidade vai subindo e Sonic torna-se cada vez mais rápido. De onde raio tiraram a ideia de um ouriço? Azul? Que corre depressa? Tipo, muito depressa?</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://img395.imageshack.us/img395/2911/nuevo1io2.png" alt="" width="448" height="336" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Do que é que o raio do bicho é feito?</em></p>
<p style="text-align:left">Resumidamente, tratam-se de níveis longos e desafiantes com percursos alternativos que podem ser percorridos com a maior velocidade ou com a maior cautela com os vários obstáculos, que variam desde bicharocos, aos espinhos no chão, às convenientes poças de lava. Bastante desafiante, como se pretendia, sem o acréscimo dos amiguinhos felpudos da Sega.</p>
<p style="text-align:left">Apesar de ter somente um modo de jogo, estão garantidas várias horas de jogo, até o completar algumas bastante frustrante e, mesmo após ter completo o jogo, ocasionalmente dará a vontade de sentir a adrenalina que Sonic The Hedgehg nos transmite.</p>
<p style="text-align:left">Um clássico dos videojogos que deve-se jogar, pelo menos uma vez, pela diversão, pelo conhecimento, pela experiência, e por simplesmente ser um dos maiores clássicos dos videojogos de sempre. Fácil de encontrar das formas mais legais (incluindo a Virtual Console e o Live Arcade, se não me engano) e ilegais.</p>
<p><strong>Pontuação</strong></p>
<p><strong>Ambiente</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Controlos</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo: </strong>5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Diversão</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Duração:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Extras:</strong> 3/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong> 5/5</p>
<p><strong>História</strong>: 3/5</p>
<p><strong>Jogabilidade</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Música</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 54/60 (90%)</p>
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		<title>Análise: Prince of Persia (MS-DOS)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1989]]></category>
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		<description><![CDATA[Prince of Persia Ano: 1989 Plataforma:Computador (MS-DOS) Género: Plataformas Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, para a outra next-gen e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prince of Persia</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1989</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Computador (MS-DOS)</p>
<p><strong>Género: </strong>Plataformas</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://oldgameszine.files.wordpress.com/2008/12/red-box1.jpg" alt="" width="300" height="383" /></p>
<p>Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, <span style="text-decoration:line-through">para a outra next-gen</span> e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de uma série, ou da prévia trilogia que incluía: The Sands of Time, The Two Thrones e Warrior Within, salvo erro. O que muitos desconhecem é que a mítica série tem um razoável historial na história dos videojogos.</p>
<p>Prince of Persia, nos anos 80, foi criado para os computadores da altura, que, verdade seja dita, não pediam processadores mega-rápidos de 300 Euros, muito menos uma placa gráfica toda xpto, cuja compatibilidade é duvidosa que venha com programas e funções manhosas e Pixel Shaders <em>xis</em> ponto <em>xis</em>. Enfim, naquele tempo não havia mariquices. Nem mariquices, nem grandes equipas. Prince of Persia foi dirigido por Jordan Mechner&#8230; criado por, Jordan Mechner e, senhoras e senhores, desenvolvido por Jordan Mechner. Isso mesmo, um homem que mostrou serviço e fez um jogo que marcou mais um grande passo na história dos videojogos, sem precisar de equipas de 100+ pessoas com departamentos para aquilo e aquilo, sem budgets milionários, nem publicidade em sites e blogs de jogos (Sites? Blogs? O que é isso?), enfim, tempos e tempos.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k">http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k</a></p>
</p>
<p style="text-align:center"><em>Mais divertido e menos barulhento que O Caminho das Índias. For sure!</em></p>
<p style="text-align:left">Neste tempo os jogos ainda não contavam com grandes histórias ou narrativas, aqui encarnamos o amante da princesa que foi raptada pelo sultão Jaffar (não, não é o mauzão da Disney, mas é parecido) e este dá à princesa 60 convenientes minutos para decidir se casa com ele ou não. Resultado, o personagem escapa miraculosamente da prisão e tem o dito tempo para resgatar a moçoila.</p>
<p style="text-align:left">Hoje pode-se olhar para este jogo sem grande espanto, como se de um jogo regular de plataformas se tratasse, no entanto, era sofisticado para 89. Os gráficos eram fluídos, bem desenhados e coerentes.</p>
<p style="text-align:left">A sonoridade, menos desenvolvida, cumpria menos que a sua função, resumindo-se a determinados &#8220;clicks&#8221; ou &#8220;beeps&#8221; e, em certas situações de agonia, um tema dramático. O que, verdade seja dita, não ter uma música de fundo regular é algo realista, uma prisão não é um shopping com direito a rádio de fundo.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui08.gamefaqs.com/2183/gfs_45320_2_2.jpg" alt="" width="320" height="200" /><em>Seriously! Quem é que se dá ao trabalho de pregar aquelas coisas ao chão?</em></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são fáceis e intuitivos e rapidamente o jogador se adapta ao jogo, afincando-se a este. Tem também a tarefa de dividir e gerir o tempo limite pelos 12 níveis do jogo, 5 minutos em média por nível, portanto, torna-se importante a experiência que se vai adquirindo em níveis passados para conseguir dar a volta por cima dos desafios seguintes.</p>
<p style="text-align:left">O desafio é constante, as armadilhas são previsíveis mas basta o mínimo descuido para cair nelas, ou cair num buraco, ou mesmo à forma como se gere o tempo pelo jogo &#8211; que, como na IRL, não pára. Bloquear psicologicamente ou ponderar bastante alguma situação em determinado nível custará caro nos 60 minutos que se revelam, afinal de contas, cruéis para o desfecho do jogo. Fora os 12 níveis, não há muito a acrescentar, se apetecer quem sabe, fazer uma corrida consigo própria, tentando superar recordes prévios.</p>
<p style="text-align:left">Um jogo importante e divertido para os computadores mais antigos, sendo, por volta do mesmo tempo reeditado para múltiplas plataformas, e mais recentemente para o serviço Live Arcade da XBox 360, originando uma série que dura até aos nossos dias, contando com pouco do original. Vale pela experiência e pela diversão.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>4/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>4/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>2/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>3/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>2/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 46/60 (77%)</p>
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