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	<title>Retrógrado &#187; persia</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>[Curtas] Areias do Tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
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		<description><![CDATA[Ultimamente tenho andado a jogar o Prince of Persia: Sands of Time, e realmente o conceito das &#8220;Areias do Tempo&#8221; é algo realmente interessante. Seguramente tería-me poupando bastantes vidas inutilmente perdidas em vários videojogos. A Ciência que desenvolva isto. PS: Ontem fui à cabeleireira e pedi um penteado parecido ao Prince of Persia do último [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente tenho andado a jogar o Prince of Persia: Sands of Time, e realmente o conceito das &#8220;Areias do Tempo&#8221; é algo realmente interessante. Seguramente tería-me poupando bastantes vidas inutilmente perdidas em vários videojogos. A Ciência que desenvolva isto.</p>
<p>PS: Ontem fui à cabeleireira e pedi um penteado parecido ao Prince of Persia do último jogo. :3 Falta-me fazer a barba.</p>
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		<title>Análise: Prince of Persia (MS-DOS)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1989]]></category>
		<category><![CDATA[80s]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
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		<description><![CDATA[Prince of Persia Ano: 1989 Plataforma:Computador (MS-DOS) Género: Plataformas Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, para a outra next-gen e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prince of Persia</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1989</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Computador (MS-DOS)</p>
<p><strong>Género: </strong>Plataformas</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://oldgameszine.files.wordpress.com/2008/12/red-box1.jpg" alt="" width="300" height="383" /></p>
<p>Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, <span style="text-decoration:line-through">para a outra next-gen</span> e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de uma série, ou da prévia trilogia que incluía: The Sands of Time, The Two Thrones e Warrior Within, salvo erro. O que muitos desconhecem é que a mítica série tem um razoável historial na história dos videojogos.</p>
<p>Prince of Persia, nos anos 80, foi criado para os computadores da altura, que, verdade seja dita, não pediam processadores mega-rápidos de 300 Euros, muito menos uma placa gráfica toda xpto, cuja compatibilidade é duvidosa que venha com programas e funções manhosas e Pixel Shaders <em>xis</em> ponto <em>xis</em>. Enfim, naquele tempo não havia mariquices. Nem mariquices, nem grandes equipas. Prince of Persia foi dirigido por Jordan Mechner&#8230; criado por, Jordan Mechner e, senhoras e senhores, desenvolvido por Jordan Mechner. Isso mesmo, um homem que mostrou serviço e fez um jogo que marcou mais um grande passo na história dos videojogos, sem precisar de equipas de 100+ pessoas com departamentos para aquilo e aquilo, sem budgets milionários, nem publicidade em sites e blogs de jogos (Sites? Blogs? O que é isso?), enfim, tempos e tempos.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k">http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k</a></p>
</p>
<p style="text-align:center"><em>Mais divertido e menos barulhento que O Caminho das Índias. For sure!</em></p>
<p style="text-align:left">Neste tempo os jogos ainda não contavam com grandes histórias ou narrativas, aqui encarnamos o amante da princesa que foi raptada pelo sultão Jaffar (não, não é o mauzão da Disney, mas é parecido) e este dá à princesa 60 convenientes minutos para decidir se casa com ele ou não. Resultado, o personagem escapa miraculosamente da prisão e tem o dito tempo para resgatar a moçoila.</p>
<p style="text-align:left">Hoje pode-se olhar para este jogo sem grande espanto, como se de um jogo regular de plataformas se tratasse, no entanto, era sofisticado para 89. Os gráficos eram fluídos, bem desenhados e coerentes.</p>
<p style="text-align:left">A sonoridade, menos desenvolvida, cumpria menos que a sua função, resumindo-se a determinados &#8220;clicks&#8221; ou &#8220;beeps&#8221; e, em certas situações de agonia, um tema dramático. O que, verdade seja dita, não ter uma música de fundo regular é algo realista, uma prisão não é um shopping com direito a rádio de fundo.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui08.gamefaqs.com/2183/gfs_45320_2_2.jpg" alt="" width="320" height="200" /><em>Seriously! Quem é que se dá ao trabalho de pregar aquelas coisas ao chão?</em></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são fáceis e intuitivos e rapidamente o jogador se adapta ao jogo, afincando-se a este. Tem também a tarefa de dividir e gerir o tempo limite pelos 12 níveis do jogo, 5 minutos em média por nível, portanto, torna-se importante a experiência que se vai adquirindo em níveis passados para conseguir dar a volta por cima dos desafios seguintes.</p>
<p style="text-align:left">O desafio é constante, as armadilhas são previsíveis mas basta o mínimo descuido para cair nelas, ou cair num buraco, ou mesmo à forma como se gere o tempo pelo jogo &#8211; que, como na IRL, não pára. Bloquear psicologicamente ou ponderar bastante alguma situação em determinado nível custará caro nos 60 minutos que se revelam, afinal de contas, cruéis para o desfecho do jogo. Fora os 12 níveis, não há muito a acrescentar, se apetecer quem sabe, fazer uma corrida consigo própria, tentando superar recordes prévios.</p>
<p style="text-align:left">Um jogo importante e divertido para os computadores mais antigos, sendo, por volta do mesmo tempo reeditado para múltiplas plataformas, e mais recentemente para o serviço Live Arcade da XBox 360, originando uma série que dura até aos nossos dias, contando com pouco do original. Vale pela experiência e pela diversão.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>4/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>4/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>2/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>3/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>2/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 46/60 (77%)</p>
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