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	<title>Retrógrado &#187; nes</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>[No Meu Tempo É Que Era!] Olá? Posso Jogar?</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 12:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crónica]]></category>
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		<description><![CDATA[E cá está, mais uma rúbricazinha semanalzinha que aconselho vivamente a ler na íntegra. Na minha crónica nº 40 para o FNintendo, o tema é o lento início de um jogo e o quando isso poderá ser aborrecido. Segue-se um breve excerto acompanhado do belo do link para a sua completa visualização: Olá caro leitor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E cá está, mais uma rúbricazinha semanalzinha que aconselho vivamente a ler na íntegra. Na minha crónica nº 40 para o FNintendo, o tema é o lento início de um jogo e o quando isso poderá ser aborrecido.</p>
<p>Segue-se um breve excerto acompanhado do belo do link para a sua completa visualização:</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://i316.photobucket.com/albums/mm322/FNintendo/Artigos/topbanner1.png" alt="" width="435" height="180" /><em> </em></p>
<p><em>Olá caro leitor. Antes de mais, uma breve questão, é assim: tu pegas no Super Mario Bros. Tens ali o Mario, pronto, tudo em condições, andas para a frente e sentes a necessidade de saltar, onde carregas? &#8230; Como isto é uma crónica que não é interactiva em tempo real, irei responder de seguida (um pouco como os desenhos animados pseudo-interactivos dos miúdos:&#8221;Quanto é que é 1+1? Boa. Acertaste! É 2. És muita bom.&#8221;), carregas no A. Porquê no A, e não no Start, ou no Select, ou no B, ou no B enquanto dás um pino e carregas no Start e para baixo ao mesmo tempo?<br />
É este o mote central para a crónica abaixo (e um bocadinho acima também).</p>
<p>Um jogador pegava num jogo, fazia New Game ou carregava no Start e começava a aventura! Suspiro. Qual não é a nossa (gamers em geral) histeria psicológica quando chega um brinquedo (vulgo jogo) novo a casa. Quer venha da loja, quer venha pela mão do carteiro (se não for daqueles maus), a reacção geral é a mesma, corre que é para o ir jogar!<br />
Foi o que se sucedeu com alguns dos últimos jogos que adquiri.</p>
<p>Ligo o jogo. Observo a 10 minutos (ou mais) de cinemática obrigatória que podería perfeitamente ter sido encurtada para 3 ou 4. Já posso jogar? Não! Agora é a horazinha do tutorial. Vamos lá passar a próxima meia hora a explicar ao jogador como se deve utilizar este produto!<br />
Vá, inclina o botão analógico direccional para a direita (porque &#8220;carrega pá direita&#8221; é muito bruto) para o personagem se locomover para a direita. Boa! Conseguiste, yes! Agora o mesmo para a esquerda, e vamos aos ataques. Carrega no Botão para executar o ataque. Boa! Agora vamos atacar 238,5 bonecos para ver se realmente metes na cabeça como se ataca e não te esqueces. Depois, vêm os ataques XPTO, depois, os mega especiais, depois como agarrar no inimigo pelas orelhas, levantá-lo e fazer-lhe cócegas nos sovacos com a língua (e aqui recordo que algumas coisas desta crónica são bastante hiperbolizadas, pelo menos por enquanto). Olá? Já posso jogar? Sim, mas só depois de meia hora.<br />
E assim gasta muita gente o seu produtivo tempo a observar cinemáticas e a aprender a jogar.</em></p>
<p><a href="http://fnintendo.net/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=7426:no-meu-tempo-e-que-era-ola-posso-jogar&amp;catid=62:cronicas&amp;Itemid=129">Poderão encontrar a crónica completa aqui.</a></p>
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		<title>Artigo do Mês &#8211; OSVELHOSTEMPOS</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 22:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo do Mês]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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		<description><![CDATA[Existiram jogos que simplesmente passaram por nós, eram &#8220;mais um na estante&#8221; muitas vezes sub-julgado, e não fica o nome, não fica a fama, e passam por nós sem que lhes seja dada a devida importância. Escolhi para Artigo do Mês um post d&#8217;OSVELHOSTEMPOS que fala sobre um jogo desse género que, infelizmente, não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="alignnone" src="http://img130.imageshack.us/img130/6581/afosvelhostempos2.gif" alt="" width="180" height="49" /></p>
<p style="text-align: left">Existiram jogos que simplesmente passaram por nós, eram &#8220;mais um na estante&#8221; muitas vezes sub-julgado, e não fica o nome, não fica a fama, e passam por nós sem que lhes seja dada a devida importância. Escolhi para Artigo do Mês um post d&#8217;OSVELHOSTEMPOS que fala sobre um jogo desse género que, infelizmente, não é do meu tempo, e mesmo que fosse, provavelmente, também me seria &#8220;mais um na estante&#8221; de que me poderia vir a arrepender mais tarde.</p>
<p style="text-align: left">Trata-se de um jogo de plataformas ao belo estilo de Contra e Ninja Gaiden, que, por mais voltas que lhes dê simplesmente são muito <em>hardcore</em> para mim, por outras palavras, sou relativamente fraquinho perante jogos mais complicados. Ainda assim gostaria de dar &#8220;uns toques&#8221; em Blue Shadow. Passo a citar um excerto do dito artigo seguido de uma ligação para o artigo completo.</p>
<p style="text-align: left"><em>Numa altura em que os jogos de NES custavam 10.000 escudos (50 euros) e não tínhamos revistas de jogos Portuguesas para nos dizerem quais é que eram os jogos bons e maus descobri que o melhor sistema para avalia-los passava por alugar jogos numa papelaria que estava a dois quarteirões de distância da minha casa.</em></p>
<p><em>Após a terrível experiência que foi o &#8220;homem-aranha&#8221; e um &#8220;street fighter 2&#8243; pirata para a NES, fiquei agradavelmente surpreendido quando o terceiro jogo que aluguei acabou por ser um excelente Action Platformer.</p>
<p>Blue Shadow é um jogo que foi fortemente inspirado na saga Ninja Gaiden, em termos de jogabilidade e “feel” do jogo, tendo a própria Tecmo (empresa que criou o Ninja Gaiden) comprado os direitos para o Blue Shadow.</p>
<p></em></p>
<p><em>A história passa-se no ano 2029, e aparentemente daqui a 19 anos os Estados Unidos da América tornar-se-ão num regime Ditatorial apoiado por um exército de ciborgues (maldito sejas Obama!) e a nossa única salvação são dois ninjas cujas cuja razão para estar na nos EUA deve ser muito boa…. mas nunca nos é explicada.</em></p>
<p style="text-align: left"><em><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_MRfKcBq-6J0/TANrTE18VsI/AAAAAAAAAdk/71lGxqfBKmk/s200/4.JPG" alt="" width="200" height="192" /></em></p>
<p style="text-align: left">Poderão ler o artigo na íntegra por: <a href="http://osvelhostempos.blogspot.com/2010/05/blues-shadow-retroanalise.html">aqui</a>.</p>
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		<title>[Fan Game] Normal Super Mario Bros. 3</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 23:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Normal Super Mario Bros. 3 Decidi experimentar um fan-game de Mario, já que não jogo nenhum platformer bidimensional desde o ano passado (e já agora, Bom Ano Novo =D). À primeira, estava à espera dum clone ou dum remake do Super Mario Bros. 3, para a NES. Lembram-se? Se não sabem assobiar o tema do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://sites.google.com/site/kevingrubbels/_/rsrc/1259425928029/Untitled2-medium-init-.jpg" alt="" width="133" height="129" /></p>
<p style="text-align:center"><strong>Normal Super Mario Bros. 3</strong></p>
<p style="text-align:center">
<p style="text-align:left">Decidi experimentar um fan-game de Mario, já que não jogo nenhum platformer bidimensional desde o ano passado (e já agora, Bom Ano Novo =D).</p>
<p style="text-align:left">À primeira, estava à espera dum clone ou dum remake do Super Mario Bros. 3, para a NES. Lembram-se?</p>
<p style="text-align:left"><img class="aligncenter" src="http://dorando.emuverse.com/images/super-mario-bros-3.e_01.png" alt="" width="256" height="240" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Se não sabem assobiar o tema do jogo, ainda vão a tempo de aprender</em></p>
<p style="text-align:left">Bem&#8230;, não, se tivesse que definir este jogo numa única palavra seria&#8230; &#8220;mocado&#8221;. É fácil de jogar, por enquanto ainda está em desenvolvimento, mas parece um projecto engraçado, diferente dos demais e vale uma (ou mais gargalhadas).</p>
<p style="text-align:center"><a href="http://rumblepack.com.pt/retrogrado/files/2010/01/nspmario3c.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-80" title="nspmario3c" src="http://rumblepack.com.pt/retrogrado/files/2010/01/nspmario3c.png" alt="" width="265" height="233" /></a><em>Jogar NSMB3 equivale a jogar o jogo original com uma elevada dose de coisas esquisitas no sangue</em></p>
<p style="text-align:left">Pelo que me pareceu da história, controlamos Luigi, que, vendo elefantes cor-de-rosa a sobrevoar o Mushroom Kingdom (que parece que anda às rodas), apanha cogumelos e objectos esquisitos, evitando que os inimigos decresçam o que resta da sua sanidade mental (a vida, neste jogo).</p>
<p style="text-align:left"><a href="http://rumblepack.com.pt/retrogrado/files/2010/01/nspmario3a1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-82" title="nspmario3a" src="http://rumblepack.com.pt/retrogrado/files/2010/01/nspmario3a1.png" alt="" width="258" height="226" /></a>Tem de momento apenas um nível experimentável na demo lançada, é fácil de jogar: teclas para andar, &#8220;X&#8221; para saltar/voar/nadar, &#8220;C&#8221; para correr, e &#8220;H&#8221; para activar o modo mais difícil. De resto, o jogo parece ter o motor completo.</p>
<p style="text-align:left">Para experimentar o jogo, pode-se visitar o site em: <a href="http://sites.google.com/site/kevingrubbels/home">http://sites.google.com/site/kevingrubbels/home</a></p>
<p style="text-align:left">A demo, pode-se tirar aqui: <a href="http://www.mediafire.com/download.php?mh4hizuz5im">Link.</a></p>
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		<title>Análise: The Legend of Zelda (NES)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1986]]></category>
		<category><![CDATA[80s]]></category>
		<category><![CDATA[accao]]></category>
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		<description><![CDATA[The Legend of Zelda Ano: 1986 Plataforma:Nintendo Entertaintment System (NES) Género: Acção/Aventura Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Legend of Zelda</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1986</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Nintendo Entertaintment System (NES)</p>
<p><strong>Género: </strong>Acção/Aventura</p>
<p><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/41/Legend_of_zelda_cover_%28with_cartridge%29_gold.png" alt="" width="250" height="361" /></p>
<p>Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of Zelda, chega-se a discutir qual o franchise número 1 da Nintendo no momento, Zelda ou Mario.</p>
<p>Foi outro rebuliço no mundo dos videojogos (recorde-se, na altura exclusivos de rapazinhos com problemas sociais, borbulhas na cara e óculos), por incluir sistema de saves e&#8230; três, ainda por cima. Eu, pessoalmente, nunca fui de passwords nem de ter pachorra de ter que ficar &#8220;agarrado&#8221; ao vício uns 30 níveis seguidos porque se desligasse, teria que começar tudo de novo.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes">http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes</a></p>
</p>
<p style="text-align:center">&#8220;Wow! Nice graphics!&#8221;</p>
<p style="text-align:left">Em Legend of Zelda, o nosso objectivo é conduzir Link, com uma espada, outros itens e seus power-ups por nove níveis, ou dungeons, para derrotar o seu boss e obter uma peça do Triforce (ícone da série). Obtendo 9, salvaremos a Princesa Zelda das mãos do porco das trevas, Ganon. Uma mistura de acção, aventura com um ou outro elemento de RPG, torna-se num dos grandes clássicos da era NES e origina uma das séries mais vendidas de jogos, assim como inspira muitos outros jogos até aos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:left">A Princesa do reino de Hyrule, Zelda, vou raptada por Ganon, o arqui-inimigo da série e como tal, despedaça o tesouro da família real (o supramencionado Triforce) em nove peças por nove cavernas repletas de inimigos. Cabe a Link, então, ganhar a espada, derrotar hordas de monstros por oito cavernas e, na última, fazer uma travessa de febras do inimigo final. Ah, e resgatar a Zelda.</p>
<p style="text-align:left">Ao longo de todo o mundo de Hyrule, tanto no Overworld, como nas Dungeons, teremos puzzles que nos darão acesso  a novos power ups que nos abrirão novos caminhos. Temos bombas que destruirão paredes já instáveis, ou um inimigo específico que só pode ser derrotado com uma flecha certeira. Assim como um número inicial de vidas que irá crescendo conforme se derrotam os bosses das Dungeons. Estas, contam com grandes labirintos e desafios, assim como inimigos que parecem mais fracos do que realmente são, tornando o jogo desafiante.</p>
<p style="text-align:left">Os controlos são bastante intuitivos e fáceis de registar. Direcções para mover Link, Select para gravar e Start para nos levar ao menu onde poderemos equipar os itens a usar nos botões A e B. Tão simples quanto isso!</p>
<p style="text-align:left">O jogo tem um estilo gráfico muito próprio, com gráficos condizentes e proporcionadores de uma boa experiência gráfica para 86, que dificilmente enjoará quando o jogador estiver bem imerso na aventura.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://sanrojoga.files.wordpress.com/2009/07/0021.jpg" alt="" width="328" height="286" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Onde tudo começa.</em></p>
<p style="text-align:left">A banda sonora, por assim dizer, é aceitável para a Nintendinho, tem vários temas memoráveis e ainda usados nos dias de hoje, como o clássico Overworld, ou o também mundialmente famoso tema de conquista. No entanto, por vezes, o tema das Dungeon, aliado a uma boa dose de frustração, pode tornar-se muito repetitivo.</p>
<p style="text-align:left">O jogo não é nada linear, para além das 9 dungeons, o jogador pode optar pelas side-quests que passam por explorar o mapa, obter todos os itens e power-ups, assim como todos os corações de vida, espalhados pelo mundo de Hyrule. Assim como um segundo modo de jogo mais díficil após o completar pela primeira vez.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/Legend_of_Zelda_NES.PNG" alt="" width="306" height="267" /></p>
<p style="text-align:left">É um must para qualquer dono de uma NES, pelo desafio e por ter um nível de dificuldade invejável a muitos dos jogos de hoje. Bastante desafiante, ao ponto de, para passar uma dungeon intermédia, sofrer entre 10 a 20 Game Overs e, sem guia, descobrir a localização destas, torna-se um jogo que conta com um elemento de exploração inovador para a época e durante alguns anos.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>5/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>5/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>4/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>5/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 56/60 (94%)</p>
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