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	<title>Retrógrado &#187; miyamoto</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>Fan Game: Ocarina of Time 2D</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 23:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fan Games]]></category>
		<category><![CDATA[miyamoto]]></category>
		<category><![CDATA[ocarina of time]]></category>
		<category><![CDATA[zelda]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei até que ponto devem ter ouvido esta definição, Ocarina of Time 2D, foi um projecto de Daniel Barras com cerca de 6-7 anos que se baseava em recriar o mundo e a aventura de um dos melhores jogos de sempre, Legend of Zelda: Ocarina of Time em duas dimensões, nomeadamente com grafismo copiado/alterado/baseado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei até que ponto devem ter ouvido esta definição, Ocarina of Time 2D, foi um projecto de Daniel Barras com cerca de 6-7 anos que se baseava em recriar o mundo e a aventura de um dos melhores jogos de sempre, Legend of Zelda: Ocarina of Time em duas dimensões, nomeadamente com grafismo copiado/alterado/baseado em A Link to the Past, da mesma série.</p>
<p>Num resumo menos aborrecido, o americano Daniel Barras lançou três demos de engine, com Link a andar numa área limitada, a conversar, a levantar arbustos, com direito aos corações e rúpias da praxe e formou a comunidade/fórum/site: Zelda Fan Game Central, onde várias pessoas fazem e promovem os seus jogos baseados em Zelda. Ficou de lançar a famosa &#8220;Demo 4&#8243;, que já incluiria a 1ª dungeon, a Great Deku Tree. Foi atrasada e atrasada, entretanto, casou-se, divorciou-se, foi para o Iraque, casou-se outra vez, e nunca mais se falou no Ocarina of Time 2D do Daniel Barras.</p>
<p>Especifico o autor porque, no fórum ZFGC, principalmente após a ausência de Daniel Barras tornou-se moda fazer Ocarina of Times 2D à toa. O Manel fazia com gráficos do A Link to the Past, o José também, o Jaquim também, mas eram todos iguais ou nada acrescentavam. O Luís Maria fazia com gráficos do Minish Cap, o Paulo Matias com gráficos dos Zeldas do Game Boy Color, o Toino Zé fazia com desenhos do filho de 5 anos, enfim. Resumidamente, nenhum passou da dita Great Deku Tree, destinados todos a desistência precoce.</p>
<p>Mais recentemente, decidiram deixar de trabalhar individualmente, e formou-se uma equipa actualmente com 6 pessoas (liderada por Xfixium, nome fictício usado nas internetes) que, tal como a outra, ainda vão no início, no entanto as imagens são promissores. Quem sabe o trabalho de equipa e os erros de projectos passados tenham servido de lição a estes jovens. Com sorte ainda chegam à Dodongo&#8217;s Cavern. :O</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.pyxosoft.com/projects/game_maker/oot2d/oot2d_screen_02.png" alt="" width="352" height="240" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.pyxosoft.com/projects/game_maker/oot2d/oot2d_screen_01.png" alt="" width="352" height="240" />Para os adeptos da série, pode-se constatar que este projecto conta com um grafismo baseado tanto em A Link to the Past, Minish Cap e Four Swords Adventures (que misturava ambos).</p>
<p>Por agora ainda só há algumas imagens da primeira área disponíveis mas, com sorte, teremos num futuro próximo uma demo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.pyxosoft.com/projects/game_maker/oot2d/oot2d_screen_03.png" alt="" width="352" height="240" /></p>
<p>O progresso deste projecto, bem como mais informações poderão ser encontradas no respectivo tópico em: <a href="http://www.zfgc.com/forum/index.php?topic=30924.0">http://www.zfgc.com/forum/index.php?topic=30924.0</a></p>
<p>Vale a pena uma vistinha de olhos, ou ver os comentários, mas no momento deste post não tem muito mais informação do que a que coloquei aqui.</p>
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		<title>Análise: The Legend of Zelda (NES)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1986]]></category>
		<category><![CDATA[80s]]></category>
		<category><![CDATA[accao]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<category><![CDATA[miyamoto]]></category>
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		<category><![CDATA[nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[triforce]]></category>
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		<description><![CDATA[The Legend of Zelda Ano: 1986 Plataforma:Nintendo Entertaintment System (NES) Género: Acção/Aventura Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Legend of Zelda</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1986</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Nintendo Entertaintment System (NES)</p>
<p><strong>Género: </strong>Acção/Aventura</p>
<p><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/41/Legend_of_zelda_cover_%28with_cartridge%29_gold.png" alt="" width="250" height="361" /></p>
<p>Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of Zelda, chega-se a discutir qual o franchise número 1 da Nintendo no momento, Zelda ou Mario.</p>
<p>Foi outro rebuliço no mundo dos videojogos (recorde-se, na altura exclusivos de rapazinhos com problemas sociais, borbulhas na cara e óculos), por incluir sistema de saves e&#8230; três, ainda por cima. Eu, pessoalmente, nunca fui de passwords nem de ter pachorra de ter que ficar &#8220;agarrado&#8221; ao vício uns 30 níveis seguidos porque se desligasse, teria que começar tudo de novo.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes">http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes</a></p>
</p>
<p style="text-align:center">&#8220;Wow! Nice graphics!&#8221;</p>
<p style="text-align:left">Em Legend of Zelda, o nosso objectivo é conduzir Link, com uma espada, outros itens e seus power-ups por nove níveis, ou dungeons, para derrotar o seu boss e obter uma peça do Triforce (ícone da série). Obtendo 9, salvaremos a Princesa Zelda das mãos do porco das trevas, Ganon. Uma mistura de acção, aventura com um ou outro elemento de RPG, torna-se num dos grandes clássicos da era NES e origina uma das séries mais vendidas de jogos, assim como inspira muitos outros jogos até aos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:left">A Princesa do reino de Hyrule, Zelda, vou raptada por Ganon, o arqui-inimigo da série e como tal, despedaça o tesouro da família real (o supramencionado Triforce) em nove peças por nove cavernas repletas de inimigos. Cabe a Link, então, ganhar a espada, derrotar hordas de monstros por oito cavernas e, na última, fazer uma travessa de febras do inimigo final. Ah, e resgatar a Zelda.</p>
<p style="text-align:left">Ao longo de todo o mundo de Hyrule, tanto no Overworld, como nas Dungeons, teremos puzzles que nos darão acesso  a novos power ups que nos abrirão novos caminhos. Temos bombas que destruirão paredes já instáveis, ou um inimigo específico que só pode ser derrotado com uma flecha certeira. Assim como um número inicial de vidas que irá crescendo conforme se derrotam os bosses das Dungeons. Estas, contam com grandes labirintos e desafios, assim como inimigos que parecem mais fracos do que realmente são, tornando o jogo desafiante.</p>
<p style="text-align:left">Os controlos são bastante intuitivos e fáceis de registar. Direcções para mover Link, Select para gravar e Start para nos levar ao menu onde poderemos equipar os itens a usar nos botões A e B. Tão simples quanto isso!</p>
<p style="text-align:left">O jogo tem um estilo gráfico muito próprio, com gráficos condizentes e proporcionadores de uma boa experiência gráfica para 86, que dificilmente enjoará quando o jogador estiver bem imerso na aventura.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://sanrojoga.files.wordpress.com/2009/07/0021.jpg" alt="" width="328" height="286" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Onde tudo começa.</em></p>
<p style="text-align:left">A banda sonora, por assim dizer, é aceitável para a Nintendinho, tem vários temas memoráveis e ainda usados nos dias de hoje, como o clássico Overworld, ou o também mundialmente famoso tema de conquista. No entanto, por vezes, o tema das Dungeon, aliado a uma boa dose de frustração, pode tornar-se muito repetitivo.</p>
<p style="text-align:left">O jogo não é nada linear, para além das 9 dungeons, o jogador pode optar pelas side-quests que passam por explorar o mapa, obter todos os itens e power-ups, assim como todos os corações de vida, espalhados pelo mundo de Hyrule. Assim como um segundo modo de jogo mais díficil após o completar pela primeira vez.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/Legend_of_Zelda_NES.PNG" alt="" width="306" height="267" /></p>
<p style="text-align:left">É um must para qualquer dono de uma NES, pelo desafio e por ter um nível de dificuldade invejável a muitos dos jogos de hoje. Bastante desafiante, ao ponto de, para passar uma dungeon intermédia, sofrer entre 10 a 20 Game Overs e, sem guia, descobrir a localização destas, torna-se um jogo que conta com um elemento de exploração inovador para a época e durante alguns anos.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>5/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>5/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>4/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>5/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 56/60 (94%)</p>
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