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	<title>Retrógrado &#187; accao</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>[Análise] Metal Gear Solid (PS)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 00:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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		<description><![CDATA[Metal Gear Solid Ano: 1998/1999 Plataforma: Playstation (PS) Género: Acção/Aventura Desde pequeno achei piada aos filmes em que o personagem tem que se esconder do mau (ou maus) e sorrateiramente, fora do seu campo de visão, ir fazendo tudo e mais alguma coisa (sempre escondido) aproximando-me do objectivo e então&#8230; completar o meu objecitvo. Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Metal Gear Solid</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Ano: 1998/1999</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Plataforma: Playstation (PS)</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Género: Acção/Aventura</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong><img class="aligncenter" src="http://i221.photobucket.com/albums/dd120/fireflyfan22/Metal_Gear_Solid_Cover.jpg" alt="" width="377" height="322" /></strong></p>
<p style="text-align:left">Desde pequeno achei piada aos filmes em que o personagem tem que se esconder do mau (ou maus) e sorrateiramente, fora do seu campo de visão, ir fazendo tudo e mais alguma coisa (sempre escondido) aproximando-me do objectivo e então&#8230; completar o meu objecitvo. Se isto nos jogos do Harry Potter quando faz disparates é desinteressante, frustrante, aborrecido e desinteressante; em Metal Engrenagem Sólido este é o conceito explorado no jogo.</p>
<p style="text-align:left">A Playstation expandia e conquistava o mercado das consolas, e o mercado 3D estava cada vez mais desenvolvido. Títulos como Tekken, Tomb Raider e Final Fantasy provavam que os jogos a 2 dimensões eram retrógrados (mas do ponto de vista de hoje, este jogo também é retrógrado, logo, encaixa-se no blog).</p>
<p style="text-align:left">Metal Gear Solid enquadra-se na lista de &#8220;Títulos Obrigatórios&#8221; da primeira Playstation, sendo também encontrado (como quem diz, só se fosse há uns 10 anos), sendo lançado nos finais da década de 90, pelas mãos da Konami, que tinha lançado há pouco tempo o Dança Dança Revolução.</p>
<p style="text-align:left">Solid Snake é um tipo durão macho-man que é espião e brinca às escondidas em part-time, especialmente em bases secretas de inimigos com todo o tipo de armamento nuclear. A sua missão consiste em infiltrar-se numa base secreta de uma organização de nome FoxHound, e neutralizar uma arma nuclear desenvolvida por esta, o Metal Gear REX &#8211; um mecha que lembra um Tiranossauro, portanto, involvendo também o governo americano &#8211; não sendo costume da época os jogos terem histórias com componentes políticas, o que elevava o grau de hardcore de Metal Gear Solid.</p>
<p style="text-align:left">Escondendo-se fora do campo de visão enquanto se progride rumo ao objectivo, Snake deve evitar despertar a atenção das forças antagónicas, tendo que as neutralizar quando e se possível. Obtendo também pelo caminho, chaves que abrem novos acessos, ou armas para derrotar os bosses ou inimigos com maior eficácia. Isto, enquanto se recebe instrucções via-rádio de um tipo que provavelmente estará com o traseiro chapado numa cadeira de escritório. Alguém tem que fazer o trabalho complicado.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui06.gamefaqs.com/1189/gfs_42494_2_6_mid.jpg" alt="" width="432" height="324" /><em>Não queres vir cá tu?</em></p>
<p style="text-align:left">O jogo ocorre muitas das vezes em locais fechados, dentro da base, pelo que em termos de ambiente pode-se tornar algo repetitivo, escuro ou cansativo. Fora esses casos, ou estamos em cima de edifícios, ou lá fora no meio da neve (o jogo ocorre no Alasca) ao frio. Não é um jogo que seja bastante colorido, nem é um jogo rodeado de escuridão, habitua-nos a um leque de cores constante que traça bem o ambiente e o desenrolar da história.</p>
<p style="text-align:left">A jogabilidade é intuitiva e fácil de aprender, um pouco mais complicado de nos habituarmos, sendo possível que às primeiras vezes um jogador possa confundir as teclas, que nem sempre nos são apresentadas. O jogo é constante, tendo, regra geral, tarefas sempre parecidas ou iguais, interrompidas ocasionalmente por cut-scenes elaboradas.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui06.gamefaqs.com/933/gfs_42494_2_7.jpg" alt="" width="384" height="287" /><em>De salientar que é proibido fumar.</em></p>
<p style="text-align:left">O jogo foi muito bem recebido, foi um sucesso de vendas (6 milhões de cópias) e tornou-se um franchise (derivado do original velhinho Metal Gear) que dura até aos dias de hoje (foi lançado no ano passado o Metal Gear Solid 4), sempre em consolas Playstation, com alguns spin-offs na Playstation Portable, com a excepção de Twin Snakes para a Game Cube.</p>
<p style="text-align:left">Graficamente, o jogo é bastante evoluído para o padrão da época, sendo o &#8220;altes gráfiques&#8221; dos anos 90, com texturas elaboradas e personagens 3D perceptíveis.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui32.gamefaqs.com/2175/gfs_58122_2_11.jpg" alt="" width="360" height="270" /><em>Apenas com uma ração rica em vitaminas e armado até aos dentes nos é possível defrontar inimigos em bolinhas azuis.</em></p>
<p style="text-align:left">Metal Gear Solid conta com temas que nos ficam na cabeça e marcam a série, ou nos passam despercebidos dada a tensão do estilo de jogo. É capaz de nos prender por umas boas horas, tendo três níveis de dificuldade, mas mais cedo ou mais tarde surge alguma vontade de voltar a pegar no dual-shock e jogar um título de acção stealth, no qual se demarca Metal Gear, um título divertido, maduro e apelativo que é um dos títulos mais importantes tanto para a Playstation e suas sucessoras como para a história dos videojogos.</p>
<p><strong>Pontuação</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Controlos</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Design/Estilo</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Duração</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong> 3/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong> 5/5</p>
<p><strong>História:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Música:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Replay Value</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas</strong>: 53/60 (88%)</p>
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		<title>[Análise] Super Metroid (SNES)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/11/17/analise-super-metroid-snes/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1994]]></category>
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		<description><![CDATA[Super Metroid Ano: 1994 Plataforma: Super Nintendo (SNES) Género: Acção/Plataforma No balneário feminino dos personagens da Nintendo não existem só princesas. Samus Aran, que, afinal de contas, é uma rapariga loiraça. É a personagem principal de uma série cujo nome retrata uns bicharocos verdes com brains vermelhos e que são piores que mosquitos. Metroid surgiu em 1986 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center"><strong>Super Metroid</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Ano: 1994</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Plataforma: Super Nintendo (SNES)</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong>Género: Acção/Plataforma</strong></p>
<p style="text-align:center"><strong><img class="alignnone" src="http://image.com.com/gamespot/images/bigboxshots/1/588741_58852_front.jpg" alt="" width="400" height="289" /></strong></p>
<p style="text-align:left">No balneário feminino dos personagens da Nintendo não existem só princesas. Samus Aran, que, afinal de contas, é uma rapariga loiraça. É a personagem principal de uma série cujo nome retrata uns bicharocos verdes com brains vermelhos e que são piores que mosquitos.</p>
<p style="text-align:left">Metroid surgiu em 1986 para a velhinha NES, e espantou os fãs porque&#8230; porque&#8230; a Nintendo decidira criar um franchise em que o personagem principal era um robô amarelo e vermelho. Qual não é o espanto quando a comunidade descobre que&#8230;  não é um robô! Passados uns anos sai um segundo jogo para o Game Boy, a preto e branco.</p>
<p style="text-align:left">Super Metroid marcou a era SNES, assim como a série Metroid. Era um mecanismo já usado em jogos como Contra, Metal Slug e outros do género. Mas Metroid tinha algo de especial, havia algo de diferente em andar no espaço aos pulinhos e a dar tiros.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui28.gamefaqs.com/219/gfs_49897_2_5.jpg" alt="" width="256" height="224" /></p>
<p style="text-align:left">A aventura decorre no planeta Zebes, para o qual fugira Ridley, o líder dos Space Pirates (arr!) com uma larva Metroid roubada dos laboratórios que colaboram com Samus Aran. Pelo caminho, a Lara Croft espacial da Nintendo terá que derrotar os líderes dos Space Pirates, incluindo o famoso supramencionado Ridley; por fim, a já conhecida Mãe Cerebral será o inimigo final a abater.</p>
<p style="text-align:left">Entre plataformas num planeta com todo o tipo de ambientes e com um mapa vasto, derrotando vários inimigos e andando para frente e para trás em busca do caminho certo, ou do Save Point, quando já está a ficar tarde.  Apanhando pelo caminho, ao estilo de Zelda, vários updates, desde Mísseis mais Hardcore ainda, a diferentes fatos ao poder de andar à velocidade do Sonic.</p>
<p style="text-align:left">Isto tudo num ambiente divertido de jogar à noite sozinho no silêncio, acompanhado de músicas que se associam bem a este efeito e outros temas agradáveis e bons para memorizar. Por mais solitário que o planeta Zebes esteja no espaço, a ausência de luz não é problema, os cenários são bastante agradáveis e coloridos (claro, considerando que estamos num planeta longíquo, não no Mushroom Kingdom), não tornando Super Metroid numa experiência monótona, carregada e/ou enfadonha; tornando-se ocasionalmente escura quando deve ser.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://images.ientrymail.com/wiiblog/metroid.png" alt="" width="256" height="223" /></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são intuitivos e em algum tempo se ganha o jeito a eles, apesar de ser mais comum usar o botão A ou B para disparar. No entanto, é de notar que há uma lista relativamente maior de controlos e combinações, sendo estes adaptados aos upgrades adquiridos ao longo da aventura, podendo, no entanto, tornar-se confuso para os mais iniciados.</p>
<p style="text-align:left">O jogo rapidamente se tornou um sucesso de vendas, assim como garantiu pontuações invejáveis no mundo da imprensa de videojogos. No entanto, a enorme crescente concorrência ofuscou um pouco a popularidade deste jogo no Japão, vendendo pouco neste mercado, o que levou a um salto de 6 anos sem outro jogo de Metroid (até Metroid Fusion, para o GBA) e fazendo com que a consola seguinte da Nintendo, a Nintendo64 não tivesse nenhum jogo protagonizado por Samus Aran.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RXVA_RDzxss">http://www.youtube.com/watch?v=RXVA_RDzxss</a></p>
</p>
<p style="text-align:left">Pessoalmente, considero um jogo interessante e divertido de jogar, assim como, caso fiquemos bloqueados ou já o tenhamos completado pela 10ª vez se torne monótono. Quem procura outro tipo de acção num jogo, tanto poderá ou não encontrá-la em Super Metroid. Nada como experimentar. Há uma diferença na jogabilidade e ambiente entre os Metroid 2D e 3D (sendo ambos positivos), mas que vale sempre a pena experimentar. Foi lançado há quase dois anos para a Virtual Console da Wii.</p>
<p><strong>Pontuação</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Controlos</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Design/Estilo</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Duração</strong>: 5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong> 4/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong> 5/5</p>
<p><strong>História:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Música:</strong> 5/5</p>
<p><strong>Replay Value</strong>: 4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas</strong>: 54/60 (90%)</p>
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		<title>Análise: The Legend of Zelda (NES)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/09/07/analise-the-legend-of-zelda-nes/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
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		<description><![CDATA[The Legend of Zelda Ano: 1986 Plataforma:Nintendo Entertaintment System (NES) Género: Acção/Aventura Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Legend of Zelda</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1986</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Nintendo Entertaintment System (NES)</p>
<p><strong>Género: </strong>Acção/Aventura</p>
<p><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/41/Legend_of_zelda_cover_%28with_cartridge%29_gold.png" alt="" width="250" height="361" /></p>
<p>Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of Zelda, chega-se a discutir qual o franchise número 1 da Nintendo no momento, Zelda ou Mario.</p>
<p>Foi outro rebuliço no mundo dos videojogos (recorde-se, na altura exclusivos de rapazinhos com problemas sociais, borbulhas na cara e óculos), por incluir sistema de saves e&#8230; três, ainda por cima. Eu, pessoalmente, nunca fui de passwords nem de ter pachorra de ter que ficar &#8220;agarrado&#8221; ao vício uns 30 níveis seguidos porque se desligasse, teria que começar tudo de novo.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes">http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes</a></p>
</p>
<p style="text-align:center">&#8220;Wow! Nice graphics!&#8221;</p>
<p style="text-align:left">Em Legend of Zelda, o nosso objectivo é conduzir Link, com uma espada, outros itens e seus power-ups por nove níveis, ou dungeons, para derrotar o seu boss e obter uma peça do Triforce (ícone da série). Obtendo 9, salvaremos a Princesa Zelda das mãos do porco das trevas, Ganon. Uma mistura de acção, aventura com um ou outro elemento de RPG, torna-se num dos grandes clássicos da era NES e origina uma das séries mais vendidas de jogos, assim como inspira muitos outros jogos até aos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:left">A Princesa do reino de Hyrule, Zelda, vou raptada por Ganon, o arqui-inimigo da série e como tal, despedaça o tesouro da família real (o supramencionado Triforce) em nove peças por nove cavernas repletas de inimigos. Cabe a Link, então, ganhar a espada, derrotar hordas de monstros por oito cavernas e, na última, fazer uma travessa de febras do inimigo final. Ah, e resgatar a Zelda.</p>
<p style="text-align:left">Ao longo de todo o mundo de Hyrule, tanto no Overworld, como nas Dungeons, teremos puzzles que nos darão acesso  a novos power ups que nos abrirão novos caminhos. Temos bombas que destruirão paredes já instáveis, ou um inimigo específico que só pode ser derrotado com uma flecha certeira. Assim como um número inicial de vidas que irá crescendo conforme se derrotam os bosses das Dungeons. Estas, contam com grandes labirintos e desafios, assim como inimigos que parecem mais fracos do que realmente são, tornando o jogo desafiante.</p>
<p style="text-align:left">Os controlos são bastante intuitivos e fáceis de registar. Direcções para mover Link, Select para gravar e Start para nos levar ao menu onde poderemos equipar os itens a usar nos botões A e B. Tão simples quanto isso!</p>
<p style="text-align:left">O jogo tem um estilo gráfico muito próprio, com gráficos condizentes e proporcionadores de uma boa experiência gráfica para 86, que dificilmente enjoará quando o jogador estiver bem imerso na aventura.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://sanrojoga.files.wordpress.com/2009/07/0021.jpg" alt="" width="328" height="286" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Onde tudo começa.</em></p>
<p style="text-align:left">A banda sonora, por assim dizer, é aceitável para a Nintendinho, tem vários temas memoráveis e ainda usados nos dias de hoje, como o clássico Overworld, ou o também mundialmente famoso tema de conquista. No entanto, por vezes, o tema das Dungeon, aliado a uma boa dose de frustração, pode tornar-se muito repetitivo.</p>
<p style="text-align:left">O jogo não é nada linear, para além das 9 dungeons, o jogador pode optar pelas side-quests que passam por explorar o mapa, obter todos os itens e power-ups, assim como todos os corações de vida, espalhados pelo mundo de Hyrule. Assim como um segundo modo de jogo mais díficil após o completar pela primeira vez.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/Legend_of_Zelda_NES.PNG" alt="" width="306" height="267" /></p>
<p style="text-align:left">É um must para qualquer dono de uma NES, pelo desafio e por ter um nível de dificuldade invejável a muitos dos jogos de hoje. Bastante desafiante, ao ponto de, para passar uma dungeon intermédia, sofrer entre 10 a 20 Game Overs e, sem guia, descobrir a localização destas, torna-se um jogo que conta com um elemento de exploração inovador para a época e durante alguns anos.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>5/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>5/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>4/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>5/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 56/60 (94%)</p>
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