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	<title>Retrógrado &#187; 80s</title>
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	<description>No Meu Tempo é Que Era!</description>
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		<title>Análise: Prince of Persia (MS-DOS)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 23:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1989]]></category>
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		<category><![CDATA[analise]]></category>
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		<description><![CDATA[Prince of Persia Ano: 1989 Plataforma:Computador (MS-DOS) Género: Plataformas Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, para a outra next-gen e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prince of Persia</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1989</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Computador (MS-DOS)</p>
<p><strong>Género: </strong>Plataformas</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://oldgameszine.files.wordpress.com/2008/12/red-box1.jpg" alt="" width="300" height="383" /></p>
<p>Mais recentemente deverão ter conhecido Prince of Persia, lançado pela Ubisoft para a Playstation 3, para a XBox 360, <span style="text-decoration:line-through">para a outra next-gen</span> e para os computadores mais saudáveis&#8230; Muitos apenas conheceram a série com esse título, ou mesmo ficaram a saber que se tratava de uma série, ou da prévia trilogia que incluía: The Sands of Time, The Two Thrones e Warrior Within, salvo erro. O que muitos desconhecem é que a mítica série tem um razoável historial na história dos videojogos.</p>
<p>Prince of Persia, nos anos 80, foi criado para os computadores da altura, que, verdade seja dita, não pediam processadores mega-rápidos de 300 Euros, muito menos uma placa gráfica toda xpto, cuja compatibilidade é duvidosa que venha com programas e funções manhosas e Pixel Shaders <em>xis</em> ponto <em>xis</em>. Enfim, naquele tempo não havia mariquices. Nem mariquices, nem grandes equipas. Prince of Persia foi dirigido por Jordan Mechner&#8230; criado por, Jordan Mechner e, senhoras e senhores, desenvolvido por Jordan Mechner. Isso mesmo, um homem que mostrou serviço e fez um jogo que marcou mais um grande passo na história dos videojogos, sem precisar de equipas de 100+ pessoas com departamentos para aquilo e aquilo, sem budgets milionários, nem publicidade em sites e blogs de jogos (Sites? Blogs? O que é isso?), enfim, tempos e tempos.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k">http://www.youtube.com/watch?v=YlO0EWbDh4k</a></p>
</p>
<p style="text-align:center"><em>Mais divertido e menos barulhento que O Caminho das Índias. For sure!</em></p>
<p style="text-align:left">Neste tempo os jogos ainda não contavam com grandes histórias ou narrativas, aqui encarnamos o amante da princesa que foi raptada pelo sultão Jaffar (não, não é o mauzão da Disney, mas é parecido) e este dá à princesa 60 convenientes minutos para decidir se casa com ele ou não. Resultado, o personagem escapa miraculosamente da prisão e tem o dito tempo para resgatar a moçoila.</p>
<p style="text-align:left">Hoje pode-se olhar para este jogo sem grande espanto, como se de um jogo regular de plataformas se tratasse, no entanto, era sofisticado para 89. Os gráficos eram fluídos, bem desenhados e coerentes.</p>
<p style="text-align:left">A sonoridade, menos desenvolvida, cumpria menos que a sua função, resumindo-se a determinados &#8220;clicks&#8221; ou &#8220;beeps&#8221; e, em certas situações de agonia, um tema dramático. O que, verdade seja dita, não ter uma música de fundo regular é algo realista, uma prisão não é um shopping com direito a rádio de fundo.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://ui08.gamefaqs.com/2183/gfs_45320_2_2.jpg" alt="" width="320" height="200" /><em>Seriously! Quem é que se dá ao trabalho de pregar aquelas coisas ao chão?</em></p>
<p style="text-align:left">Os controlos são fáceis e intuitivos e rapidamente o jogador se adapta ao jogo, afincando-se a este. Tem também a tarefa de dividir e gerir o tempo limite pelos 12 níveis do jogo, 5 minutos em média por nível, portanto, torna-se importante a experiência que se vai adquirindo em níveis passados para conseguir dar a volta por cima dos desafios seguintes.</p>
<p style="text-align:left">O desafio é constante, as armadilhas são previsíveis mas basta o mínimo descuido para cair nelas, ou cair num buraco, ou mesmo à forma como se gere o tempo pelo jogo &#8211; que, como na IRL, não pára. Bloquear psicologicamente ou ponderar bastante alguma situação em determinado nível custará caro nos 60 minutos que se revelam, afinal de contas, cruéis para o desfecho do jogo. Fora os 12 níveis, não há muito a acrescentar, se apetecer quem sabe, fazer uma corrida consigo própria, tentando superar recordes prévios.</p>
<p style="text-align:left">Um jogo importante e divertido para os computadores mais antigos, sendo, por volta do mesmo tempo reeditado para múltiplas plataformas, e mais recentemente para o serviço Live Arcade da XBox 360, originando uma série que dura até aos nossos dias, contando com pouco do original. Vale pela experiência e pela diversão.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>5/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>4/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>4/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>4/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>2/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>3/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>2/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>4/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 46/60 (77%)</p>
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		<title>Análise: The Legend of Zelda (NES)</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogrado/2009/09/07/analise-the-legend-of-zelda-nes/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Gouveia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[1986]]></category>
		<category><![CDATA[80s]]></category>
		<category><![CDATA[accao]]></category>
		<category><![CDATA[analise]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[link]]></category>
		<category><![CDATA[miyamoto]]></category>
		<category><![CDATA[nes]]></category>
		<category><![CDATA[nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[triforce]]></category>
		<category><![CDATA[zelda]]></category>

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		<description><![CDATA[The Legend of Zelda Ano: 1986 Plataforma:Nintendo Entertaintment System (NES) Género: Acção/Aventura Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>The Legend of Zelda</strong></p>
<p><strong>Ano: </strong>1986</p>
<p><strong>Plataforma:</strong>Nintendo Entertaintment System (NES)</p>
<p><strong>Género: </strong>Acção/Aventura</p>
<p><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/41/Legend_of_zelda_cover_%28with_cartridge%29_gold.png" alt="" width="250" height="361" /></p>
<p>Pouco após Super Mario Bros. ter relançado uma indústria de videojogos muito em baixo, a Nintendo estava no topo desta e franchises apareciam, muitas das quais durariam até aos dias de hoje. Pelas mãos e imaginação de Shigeru Miyamoto, surgiu The Legend of Zelda, chega-se a discutir qual o franchise número 1 da Nintendo no momento, Zelda ou Mario.</p>
<p>Foi outro rebuliço no mundo dos videojogos (recorde-se, na altura exclusivos de rapazinhos com problemas sociais, borbulhas na cara e óculos), por incluir sistema de saves e&#8230; três, ainda por cima. Eu, pessoalmente, nunca fui de passwords nem de ter pachorra de ter que ficar &#8220;agarrado&#8221; ao vício uns 30 níveis seguidos porque se desligasse, teria que começar tudo de novo.</p>
<p style="text-align:center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes">http://www.youtube.com/watch?v=ByO_NTpdCes</a></p>
</p>
<p style="text-align:center">&#8220;Wow! Nice graphics!&#8221;</p>
<p style="text-align:left">Em Legend of Zelda, o nosso objectivo é conduzir Link, com uma espada, outros itens e seus power-ups por nove níveis, ou dungeons, para derrotar o seu boss e obter uma peça do Triforce (ícone da série). Obtendo 9, salvaremos a Princesa Zelda das mãos do porco das trevas, Ganon. Uma mistura de acção, aventura com um ou outro elemento de RPG, torna-se num dos grandes clássicos da era NES e origina uma das séries mais vendidas de jogos, assim como inspira muitos outros jogos até aos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:left">A Princesa do reino de Hyrule, Zelda, vou raptada por Ganon, o arqui-inimigo da série e como tal, despedaça o tesouro da família real (o supramencionado Triforce) em nove peças por nove cavernas repletas de inimigos. Cabe a Link, então, ganhar a espada, derrotar hordas de monstros por oito cavernas e, na última, fazer uma travessa de febras do inimigo final. Ah, e resgatar a Zelda.</p>
<p style="text-align:left">Ao longo de todo o mundo de Hyrule, tanto no Overworld, como nas Dungeons, teremos puzzles que nos darão acesso  a novos power ups que nos abrirão novos caminhos. Temos bombas que destruirão paredes já instáveis, ou um inimigo específico que só pode ser derrotado com uma flecha certeira. Assim como um número inicial de vidas que irá crescendo conforme se derrotam os bosses das Dungeons. Estas, contam com grandes labirintos e desafios, assim como inimigos que parecem mais fracos do que realmente são, tornando o jogo desafiante.</p>
<p style="text-align:left">Os controlos são bastante intuitivos e fáceis de registar. Direcções para mover Link, Select para gravar e Start para nos levar ao menu onde poderemos equipar os itens a usar nos botões A e B. Tão simples quanto isso!</p>
<p style="text-align:left">O jogo tem um estilo gráfico muito próprio, com gráficos condizentes e proporcionadores de uma boa experiência gráfica para 86, que dificilmente enjoará quando o jogador estiver bem imerso na aventura.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://sanrojoga.files.wordpress.com/2009/07/0021.jpg" alt="" width="328" height="286" /></p>
<p style="text-align:center"><em>Onde tudo começa.</em></p>
<p style="text-align:left">A banda sonora, por assim dizer, é aceitável para a Nintendinho, tem vários temas memoráveis e ainda usados nos dias de hoje, como o clássico Overworld, ou o também mundialmente famoso tema de conquista. No entanto, por vezes, o tema das Dungeon, aliado a uma boa dose de frustração, pode tornar-se muito repetitivo.</p>
<p style="text-align:left">O jogo não é nada linear, para além das 9 dungeons, o jogador pode optar pelas side-quests que passam por explorar o mapa, obter todos os itens e power-ups, assim como todos os corações de vida, espalhados pelo mundo de Hyrule. Assim como um segundo modo de jogo mais díficil após o completar pela primeira vez.</p>
<p style="text-align:center"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/Legend_of_Zelda_NES.PNG" alt="" width="306" height="267" /></p>
<p style="text-align:left">É um must para qualquer dono de uma NES, pelo desafio e por ter um nível de dificuldade invejável a muitos dos jogos de hoje. Bastante desafiante, ao ponto de, para passar uma dungeon intermédia, sofrer entre 10 a 20 Game Overs e, sem guia, descobrir a localização destas, torna-se um jogo que conta com um elemento de exploração inovador para a época e durante alguns anos.</p>
<p><strong>Pontuação:</strong></p>
<p><strong>Ambiente:</strong>4/5</p>
<p><strong>Controlos:</strong>5/5</p>
<p><strong>Design/Estilo:</strong>4/5</p>
<p><strong>Dificuldade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Diversão:</strong>5/5</p>
<p><strong>Duração:</strong>5/5</p>
<p><strong>Extras:</strong>5/5</p>
<p><strong>Gráficos:</strong>4/5</p>
<p><strong>História:</strong>5/5</p>
<p><strong>Jogabilidade:</strong>5/5</p>
<p><strong>Música:</strong>4/5</p>
<p><strong>Replay Value:</strong>5/5</p>
<p><strong>Ao Fim de Contas:</strong> 56/60 (94%)</p>
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