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	<title>Retrogaming &#187; Jogos Indie</title>
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	<description>Onde hábitos e gostos de gamers com mais de uma década de jogo se discutem</description>
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		<title>Pinball Yeah!</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 19:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pinball Yeah!, é como o nome indica um jogo de Pinball que tenta elevar as velhinhas mesas de pinball que jogávamos nas arcadas a um novo nível, adicionando-lhe umas pitadas de fantasia e futurismo. O jogo foi desenvolvido por uma equipa de programadores portuguesa, a CodeRunners, e não é pelo facto de ser o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/pinballyeahcover.jpg" alt="" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align: justify">O Pinball Yeah!, é como o nome indica um jogo de Pinball que tenta elevar as velhinhas mesas de pinball que jogávamos nas arcadas a um novo nível, adicionando-lhe umas pitadas de fantasia e futurismo.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo foi desenvolvido por uma equipa de programadores portuguesa, a CodeRunners, e não é pelo facto de ser o seu primeiro projecto que a qualidade e dedicação não se fazem sentir ao jogarmos o jogo. As mesas foram bem desenhadas, a música encaixa perfeitamente no cenário no qual estamos emergidos, e os controlos respondem bastante bem, providenciando uma réplica perto do exacto (pelo menos pelas minhas memórias de infância) ao compararmos com o que temos ao nosso dispor nas verdadeiras mesas de pinball.</p>
<p><span id="more-1484"></span></p>
<p><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/ai.jpg" alt="" width="233" height="164" /><img class="alignright" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/piratecove.jpg" alt="" width="233" height="164" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Existem 4 cenários distintos:<br />
•	A.i. – Cenário futurista que nos faz relembrar o velho clássico Tron, onde reinam as cores primárias, e onde temos uma inteligência artificial para derrotar.<br />
•	Pirate Cove &#8211;  Cenário inspirado nos cães de alto mar, os piratas. Pala no olho, perna de pau e caneca de rum na mão e estão mais que prontos para o desafio.<br />
•	Liquid Bread – Cenário que nos transporta para um pub irlandês onde as canecas de cerveja não param de vir. Pisquem o olho às empregadas bem dotadas mas não percam a compostura, os as coisas não correrão bem.<br />
•	Classic – Este cenário oferece-nos um ambiente mais tradicional, mas a mesa contém muita alma da equipa que desenvolveu  o jogo</p>
<p><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/liquid-bread.jpg" alt="" width="233" height="164" /><img class="alignright" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/classic.jpg" alt="" width="233" height="164" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Os três primeiros cenários estão logo de disponíveis para a jogatana, sendo necessário desbloquear o último. Algo que é importante neste tipo de jogos é conseguir mudar a experiência de jogo ao mudarmos de cenário, para não ser apenas uma mudança estética, e em Pinball Yeah! esse feito é conseguido.</p>
<p style="text-align: justify">
Ao explorarmos o jogo vamos também sendo deliciados com pormenores introduzidos pela equipa, que mostrando muito sentido de humor consegue desta maneira aumentar o seu valor.</p>
<p style="text-align: justify">
De mau, ou menos bom, apenas tenho a referir o facto da pontuação do jogo ser um pouco parada, estando eu habituado ao ritmo alucinante deste tipo de jogos estar constantemente a aumentar rapidamente a pontuação. Em Pinball Yeah! temos de facto que trabalhar para conseguirmos bater os recordes, e embora isso apresente um desafio para muitos, pode ser um factor dissuasor para outros tantos.</p>
<p style="text-align: justify">
O jogo está disponível para PC, MAC, Iphone, IPad e IPod, mas aconselho seriamente a o experimentarem nas versões telemóvel, que no PC fica a sensação do jogo perder alguma parte da sua mística, provavelmente pelas dimensões mais elevadas.</p>
<p style="text-align: justify">
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 3+</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 4</p>
<p>Longevidade:3+</p>
<p>Veredicto final: 3+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 5ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5</a></p>
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		<title>TorchLight</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 08:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[O TorchLight é um RPG de acção, um dungeon crawler, um hack’n’slash, e é sem dúvida muito bom. O jogo oferece-nos uma jogabilidade alucinante, dotado de uma fluidez e acção impressionante, é capaz de nos prender por horas a fio sem dar-mos pelo tempo a passar. História O seu nome provém da cidade principal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight-cover.jpg" alt="" width="300" height="420" /></p>
<p style="text-align: justify">O TorchLight é um RPG de acção, um dungeon crawler, um hack’n’slash, e é sem dúvida muito bom.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo oferece-nos uma jogabilidade alucinante, dotado de uma fluidez e acção impressionante, é capaz de nos prender por horas a fio sem dar-mos pelo tempo a passar.</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-1402"></span><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlightd_1024x768.jpg" alt="" width="491" height="269" /></p>
<h2 style="text-align: justify">História</h2>
<p style="text-align: justify">O seu nome provém da cidade principal do jogo, TorchLight, que foi fundada após a descoberta de um grande depósito subterrâneo de Ember,  um metal precioso e imprescindível para a prática da alquimia. Devido ao Ember, a cidade depressa atrai muitos mineiros e aventureiros à sua procura, e a sua exploração massiva depressa desperta o seu lado sombrio. O Ember é capaz de encantar qualquer tipo de equipamento, mas também pode ser usado para corromper quem o usa. Quem entra na mina à procura de Ember depressa descobre os efeitos nefastos que o mesmo teve com as civilizações que os antecederam. Neste cenário surge Syl, uma aprendiz de feiticeira que chegou a TorchLight à procura do seu mestre, Alric, que desapareceu quando investigava os acontecimentos estranhos na mina de Ember. Compete-nos agora ajudar Syl a encontrar o seu mestre e descobrir os mistérios à volta desta mina…</p>
<p style="text-align: justify">A história é simplista, servindo apenas para contextualizar as diversas ruínas de civilizações com as quais nos deparamos ao explorarmos a mina de Ember, e para justificar a chacina que ainda está por vir. Contudo não é algo que tire valor ao jogo, pois não é de longe um dos principais atractivos  deste género .</p>
<h2 style="text-align: justify">Jogabilidade</h2>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/1-year-inventory.png" alt="" width="484" height="302" /></p>
<p style="text-align: justify">A jogabilidade é bastante boa, fazendo lembrar bastantes RPG’s que o precederam. Em especial, as suas semelhanças com Diablo saltam claramente à vista, e facilmente reconhecem elementos como town portal scroll’s, identify scroll’s, armas socketed e runas, equipamento mágico, raro e agrupado em sets, etc. Aliás até a própria cidade de TorchLight têm elementos que nos fazem lembrar as cidades de Diablo, sendo que o elemento mais evidente é o vendedor de itens não identificados, onde podem tentar a vossa sorte na compra de itens valiosos… ou então lixo desnecessário… e tudo em troca de uma módica quantia é claro. Em termos de jogabilidade destaco ainda o facto de os nossos inimigos não ficarem estáticos à espera que os confrontemos, podendo aparecer de balcões, tendas e outros esconderijos quando menos se espera.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight_pistols_1.jpg" alt="" width="482" height="275" /></p>
<p style="text-align: justify">Os controlos são bastante simples, seguindo a tradição do clique de botão esquerdo do rato para nos movimentarmos e atacarmos, e o direito para usar magia e skills.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo conta também com um sistema de fama, que vai subindo à medida que acabamos as quests e derrotamos os chamados “named enemies”, e desta forma passamos de ser um total desconhecido a um campeão reconhecido pela cidade de TorchLight. Pralém do sistema de fama, também existe o popular sistema de pets, havendo à escolha um cão, um gato, e em algumas edições um furão. Este sistema é sem dúvida uma grande mais valia para o jogo, pois permite não só termos uma mochila secundária carregada pelo nosso animal,  como enviá-lo de volta a cidade para vender os itens que carrega, evitando as terríveis viagens à cidade para vender “tralha”. Mas se pensam que o animal é apenas uma mula de carga estão enganados, pois ele auxilia-vos ferozmente na luta, e é até capaz de aprender alguns feitiços, como os populares curativos.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/ilurbferret.jpg" alt="" width="645" height="403" /></p>
<p style="text-align: justify">TorchLight apresenta uma grande diversidade de equipamento e armas, e que podem ser melhoradas através do uso de gemas ou então de encantamentos. O jogo também traz consigo um mini-jogo de pesca, que oferece recompensas como equipamento e peixes capazes de conferir poderes adicionais ao vosso animal, embora que apenas temporariamente.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight-fishing.jpg" alt="" width="550" height="344" /></p>
<p style="text-align: justify">Existem três classes de personagens por onde escolher: Alchemist, o mágico de serviço, Destroyer, a personagem melee,  e Vanquisher, a arqueira/rogue.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight_classes-1024x588.jpg" alt="" width="491" height="282" /></p>
<p style="text-align: justify">O desenvolvimento da nossa personagem também não traz nada de muito novo, sendo que quando acabamos quests e matamos monstros ganhamos experiência, e ao subir de nível ganhamos os típicos stat e skill points. Pode-se distinguir um pouco por haver bastantes skills transversais a todas as classes, o que permite o uso de magia na personagem melee, etc.</p>
<p style="text-align: justify">As quests e side-quests não trazem nada de novo ao jogo, sendo apenas A razão para andarmos a explorar todos os cantos da mina, mas para os exploradores mais intrépidos e para os que não deixam nada por espreitar, nem é preciso ler o conteúdo delas, pois mesmo sem se esforçarem irão concluí-las no decorrer normal do jogo.</p>
<h2 style="text-align: justify">Gráficos</h2>
<p style="text-align: justify">Os gráficos são bastante apelativos, apresentando um estilo bastante cartoonesco, e oferecem-nos uma diversidade relativa, pois embora o jogo seja um dungeon crawler, o facto de nos deparamos com diversas civilizações ao explorar a mina acaba por conseguir mudar o seu aspecto várias vezes ao longo do jogo. Outro aspecto positivo é o facto da aparência do nosso personagem variar de acordo com o seu equipamento, o que se torna bastante interessante.</p>
<p style="text-align: justify">Em termos de cenários, monstros e armas, o jogo parece ter fundido o género medieval com o steampunk, e somos confrontados com uma mistura de goblins, espadas, espingardas, robôs, etc.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/e3-bridge-fight-troll-lava.jpg" alt="" width="605" height="378" /></p>
<h2 style="text-align: justify">Som</h2>
<p style="text-align: justify">Embora os efeitos sonoros não sejam particularmente fora de série, a música é surpreendentemente boa, envolvendo-nos completamente no jogo, nos seus cenários arrebatadores e no ritmo efusivo do combate.</p>
<p style="text-align: justify">
<h2 style="text-align: justify">Overview Final e Pontuação</h2>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlighte_1024x768.jpg" alt="" width="430" height="323" /></p>
<p style="text-align: justify">O único grande senão deste jogo é o facto de ele não oferecer a possibilidade de jogar em multiplayer, o que é uma pena, pois conseguiria elevar o jogo a um outro patamar de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify">Resumindo, o jogo utiliza bastante bem os pontos fortes deste género, e embora não traga consigo grandes inovações, oferece-nos uma jogabilidade viciante,  repleta de acção e muita diversão. A simplicidade das quests, e o facto de estarmos sempre a explorar a mesma mina, pode tornar o jogo algo repetitivo para alguns, mas a grande parte acaba por não padecer deste mal, correndo de volta à mina sempre que podem à procura de um loot melhor. Os fãs de  RPG’s de longa data poderão achar o jogo algo fácil, e existem vários elementos como os encantamentos que propiciam esta situação, mas o jogo têm maneiras surpreendentes de nos cativar e minimizar este facto.  Mesmo sem a vertente multiplayer, este é sem dúvida um título imprescindível para os fãs do género, e garanto que é impossível arranjar melhor a um preço tão reduzido.</p>
<h3>Pontuação:</h3>
<p>Jogabilidade: 4+</p>
<p>Gráficos:  4</p>
<p>Som: 5</p>
<p>Longevidade:  3+</p>
<p>Nota final: 4+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p>Como muitos devem ter reparado, este foi outro dos artigos com os quais contribui para a revista PUSHSTART.</p>
<p>Não o reconhecem? Não me digam que ainda não foram ler na íntegra a 2ª Edição da revista PUSHSTART? Em baixo deixo o link&#8230; assim não há desculpas <img src='http://rumblepack.com.pt/retrogaming/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2</a></p>
<p>Para evitar perder as novas edições sigam-nos no Facebook e Twitter:</p>
<p>Facebook: <a href="http://www.facebook.com/revistapushstart" target="_blank">http://www.facebook.com/revistapushstart</a><br />
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		<title>Privates</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 11:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[Desta feita venho inaugurar uma nova categoria no blog, os jogos Indie&#8230; e começo por divulgar um jogo que aparenta querer juntar a diversão à educação&#8230; e o melhor&#8230; completamente gratuito. Estou a falar-vos de Privates! Podia começar a falar do jogo, mas creio que a nota introdutória do mesmo apresentada pela Zombie Cow, estúdio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" title="Privates Indie Game" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/08/brandingstrip.jpg" alt="" width="466" height="53" /><img class="aligncenter" title="Privates" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/08/privates-screen-510.jpg" alt="" width="466" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify">Desta feita venho inaugurar uma nova categoria no blog, os jogos Indie&#8230; e começo por divulgar um jogo que aparenta querer juntar a diversão à educação&#8230; e o melhor&#8230; completamente gratuito. Estou a falar-vos de Privates!</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1295"></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" title="Privates entering the Vagina" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/08/privates_ss_03.png" alt="" width="461" height="343" /></p>
<p style="text-align: justify">Podia começar a falar do jogo, mas creio que a nota introdutória do mesmo apresentada pela Zombie Cow, estúdio indie que o produziu, é simplesmente brilhante:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify">BRITAIN. Land of Hope and Glory-holes. Where pregnant, waddling  teenagers take up the full width of the pavement with their oversized  triplet pushchairs, unaware that their rampant, perpetual humping has  filled them to the brim with all manner of grotty infections.</p>
</blockquote>
<p>Wait, what? Pois, se ficaram com esta reacção juntem-se ao grupo pois por muito que seja difícil associar a citação em cima como um argumento para um videojogo, esta é a pura da verdade.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" title="Privates fighting the sperm" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/08/privates_ss_05.png" alt="" width="461" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify">Privates é um clássico plataform shooter 2.5D, onde controlamos um esquadrão de militares microscópicos altamente treinados cujo objectivo é aceder ao interior do corpo humano, através entradas pouco ortodoxas, como a vagina e o ânus, e lutar contra doenças venéreas e todo o tipo de criaturas malignas.</p>
<p style="text-align: justify">E qual o objectivo por detrás deste conceito bizarro? Educar a juventude britânica sobre educação sexual, doenças venéreas, etc, e fâ-lo de forma brilhante, introduzindo no jogo a necessidade de analisar os inimigos, como Herpes, espermatozóides, etc, informando os jogadores sobre os mesmos, indicando quais os sintomas reais que podem sugerir que possuem a doença&#8230; e referindo quais os seus pontos fracos de forma a os derrotarem no jogo e manterem a sua cabeça a pensar em videojogos enquanto estão a ser realmente educados.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" title="Private Pubic Background" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/08/privates_ss_04.png" alt="" width="461" height="346" /></p>
<p style="text-align: justify">E o jogo faz tudo isto sempre de forma satírica, incluindo um pouco do famoso humor britânico na mistura, o que torna todo o conceito muito divertido.</p>
<p style="text-align: justify">Portanto, temos aqui um jogo bizarro, satírico, divertido&#8230;. e a cereja no topo do bolo&#8230; totalmente GRATUITO! (pelo menos na versão PC).</p>
<p style="text-align: justify">De que estão à espera? O jogo está disponível para <a href="http://www.e4.com/game/privates.html">download no site do E4</a>.</p>
<p style="text-align: justify">E para terminar, aqui fica um trailer do jogo para vos convencer a jogar&#8230; se é que ainda não estão:</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: center">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yfY4YB1fBKs">http://www.youtube.com/watch?v=yfY4YB1fBKs</a></p></p>
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